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		<title>Sindivestuário - Content Channel</title>
		<description>Sindivestuário Content and Resources, Articles &amp; News &amp; Forums.</description>
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<item><title>Cambuci reposiciona Penalty e cresce 28%</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O reposicionamento da marca Penalty em um nicho mais sofisticado do setor de artigos esportivos impulsionou um avanço de 28% na receita da Cambuci, para R$ 71,2 milhões no primeiro trimestre em relação a um ano antes. Daqui para frente, o desafio da companhia é ampliar a sua eficiência. Isso passa por melhoria de processos industriais, controle de despesas operacionais e alongamento da sua dívida, que atingiu pico histórico de R$ 118 milhões em março.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Listada no segmento tradicional da bolsa desde de 1984, a Cambuci é uma empresa familiar fabricante das marcas Penalty e Stadium, de vestuário, calçados e equipamentos para o segmento esportivo. Cerca de 60% do seu capital está nas mãos da família Estefano. Mais de 80% do restante das ações em circulação no mercado pertence a fundos estrangeiros. Na bolsa, a Cambuci vale R$ 86,8 milhões, pouco mais de duas vezes o seu patrimônio líquido.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A companhia vinha de sucessivos prejuízos desde 2000 até a sua inclusão no Programa de Recuperação Fiscal (Refis), em 2009. De lá pra cá, está no azul.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Roberto Estefano, presidente da Cambuci, explica que ano passado a empresa precisou se endividar para fazer os investimentos necessários para reestruturar a marca Penalty e posicioná- la no segmento voltado para as classes A e B. A Stadium permanece com foco nas classes C, D e E. "Onde a Stadium não atende mais é onde começa o mercado da Penalty", explica.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O resultado da nova estratégia foi um aumento de cerca de 15% nos preços dos produtos Penalty em um ano, o que impulsionou o avanço de 12,5% na receita, para R$ 278,8 milhões em 2011, em relação a 2010. "Houve também um crescimento do volume", diz.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">No entanto, o crescimento de despesas com marketing e reestruturação da cadeia de fornecimentos, além da piora do resultado financeiro, pesaram sobre a performance na última linha. No ano passado, o lucro líquido ficou em R$ 6,7 milhões, em queda de 29,2%, em relação a 2010.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">No primeiro trimestre deste ano, o lucro líquido avançou em ritmo abaixo do salto em receita. Com relação ao mesmo período de 2011, cresceu 10, 2%, para R$ 1,1 milhão, pressionado por uma maior despesa financeira.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Segundo Estefano, uma das prioridades da companhia este ano é alongar a sua dívida de curto prazo (R$ 58,2 milhões). "Estamos em fase final de aprovação de um financiamento [de R$ 10 milhões] com BNDES", conta.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A companhia visa investir os recursos com objetivo de manter a alta de 1,5 ponto percentual, para 45,6%, na sua margem bruta do trimestre. A melhora do indicador foi resultado não só aumento do preços, mas também da aplicação de processos fabris mais eficientes, após investimento de R$ 15 milhões em 2011.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A ideia, diz Estefano, é acelerar o lançamento de peças com maior valor agregado pela tecnologia e dar um passo à frente da concorrência com os importados. "Não dá para se esconder atrás de antidumping", comenta o empresário.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">No próximo mês, por exemplo, a Cambuci deve começar a venda de dois calçados considerados inovadores por Estefano: um de futsal sem costura e uma chuteira de característica mais leve (com 180 gramas), ambos da marca Penalty.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3997</link><pubDate>18/5/2012</pubDate></item><item><title>Vestuário teve a maior variação positiva do IPC-S</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>SÃO PAULO - O grupo Vestuário foi o que apresentou a maior variação positiva no resultado do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na segunda quadrissemana de maio, encerrada na segunda-feira, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A sondagem do último dia 7 havia registrado 0,43% para Vestuário, alta que passou para 0,53% na apuração divulgada nesta quarta-feira. O grupo Habitação variou de 0,41% para 0,47% no período.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Entre as variações negativas nos grupos do IPC-S no período, destaque para Comunicação, que recuou de 0,01% para -0,21%, e Educação, Leitura e Recreação, que passou de 0,37% na sondagem anterior para 0,15% na leitura divulgada hoje pela FGV. Os outros três grupos que registraram baixa na segunda quadrissemana foram Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,08% para 1,04%), Transportes (de 0,24% para 0,21%) e Despesas Diversas (de 4,24% para 4,12%).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Dos itens analisados, o cigarro novamente foi destaque, mas desta vez com variação menor do que a verificada na sondagem anterior, de 11,01% na primeira quadrissemana para 10,42% na segunda. Entre os itens com maiores influências negativas, destacaram-se o mamão papaia (de -4,93% para -14,09% no período) e passagens aéreas (de -2,78% para -4,36%). <BR clear=all></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: Valor</FONT></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3996</link><pubDate>17/5/2012</pubDate></item><item><title>Como crescer e manter a aura de exclusividade</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">"Escolhi este lugar para a entrevista porque está um dia lindo. Você acha que foi uma boa opção? Pensei que é muito melhor conversarmos aqui, diante desta paisagem, do que irmos para uma sala fechada", diz o CEO da marca de relógios italiana Panerai, Angelo Bonati. São 9h30 de uma manhã ensolarada no final de abril e ele aponta para o mar azul turquesa de uma praia na ilha de Antígua, no Caribe. Estamos no hotel The Inn at English Harbour - onde ele está hospedado -, no restaurante que fica junto à areia, no qual é servido o café da manhã.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Ele pede licença para tomar o segundo cappuccino do dia antes de começar a conversa. No pulso, exibe um Panerai Luminor 422, com 47 milímetros de diâmetro, lançado no salão de Genebra, em janeiro deste ano. Veste bermuda, camisa polo e um sapato de camurça confortável (mais tarde posa para a foto de terno e gravata). Está em boa forma para seus 61 anos. Algo indispensável para quem participa em média de três regatas ao ano, as mais importantes do extenso calendário da Panerai Classic Yachts Challenge, com circuitos no Caribe, na costa leste da América do Norte e no Mediterrâneo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Angelo Bonati nasceu numa família modesta e começou a trabalhar aos 14 anos como aprendiz de joalheiro. O tempo fez dele um executivo de sucesso no mundo do luxo. Era diretor da Cartier na Itália havia 20 anos e já estava no Grupo Richemont, quando a Panerai foi comprada pelo conglomerado, em 1997. Convidado para ser CEO, aceitou o desafio e transformou a pequena marca de relógios num objeto de culto internacional.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A Officine Panerai nasceu como uma empresa familiar em Florença, no século XIX. Produzia instrumentos bélicos de precisão e componentes de relojoaria para a Marinha italiana. Na Segunda Guerra, fabricou o primeiro relógio de pulso legível sob a água escura, para ser usado pelos mergulhadores. Mas esses relógios não traziam o nome do fabricante por razões estratégicas. Relógios de pulso com marca Panerai surgiram na década de 1990.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Tudo mudou em 1996, quando Sylvester Stalone filmava "Daylight" nos estúdios da Cinecittá, em Roma. Era um filme catástrofe e a produção lhe ofereceu um Panerai, por considerá-lo robusto o suficiente para tanta ação. O ator gostou tanto do relógio que encomendou logo 200 para presentear aos amigos. Um deles acabou na mesa do bilionário sul-africano Johann Ruppert, dono do Richemont Group, que, também fascinado com o objeto, achou que o melhor era comprar a empresa e passar a fabricar relógios para o público. Simples assim.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Em breve, assim que o Shopping Iguatemi JK resolver suas pendências com a prefeitura, será aberta em São Paulo a 39ª boutique Panerai e a primeira da América Latina. A decoração terá os elementos básicos das outras: madeira utilizada em veleiros clássicos, escotilhas, móveis inspirados nas ondulações marítimas, piso de mármore italiano. O relógio mais barato custará R$ 10,9 mil e o mais caro, R$ 382,9 mil. Em média, os preços deverão ficar 15% acima dos EUA, apesar de todos os malabarismos feitos pela empresa para compensar impostos e taxas de importação. Foi falando dessa chegada ao Brasil que começou a entrevista exclusiva de Bonati ao Valor:<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Panerai chega ao Brasil ao mesmo tempo em que outras três marcas do grupo Richemont (Van Cleef &amp;Arpels, IWC, Jaeger-LeCoultre). Há mercado para tudo isso?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Angelo Bonati: Sim, porque não serão grandes quantidades. A boutique é o elemento que nos permitirá um novo canal, capaz de nos tornar mais conhecidos pelo público, de forma a esboçar um desenvolvimento mais consistente. Há muitos brasileiros que compram nossa marca, hoje, fora do país e por outro preço. Mas, agora, baseados em São Paulo, poderemos ter um sortimento maior de produtos e, com isso, grandes conquistas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Visando que clientes?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: As mesmas pessoas que compram Panerai no mundo. Gente que gosta de exclusividade, que preza a autenticidade de um produto, a maneira como ele foi produzido, e que não olha somente o preço.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Vocês também buscam aqueles consumidores que têm o Rolex como primeira escolha? <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: As pessoas que têm Rolex acabam sempre entre nós. Depois que elas compraram o terceiro Rolex, o que vão fazer? Acabam vindo a nós!<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Ah, é assim que funciona?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Sabemos que a Panerai não é uma marca de primeira escolha. Então, já que você citou a Rolex, falamos de uma marca que abarca a transversalidade dos clientes e que é universal. Já a Panerai é muito bem identificada no seu nicho. Nós nos dirigimos a uma clientela específica, não estamos à frente do mercado. O que queremos é continuar muito prestigiados na nossa identidade, o que nos permite seguir sendo exclusivos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: O que vocês esperam dessa entrada no Brasil? Existe a expectativa de algum número?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Não fixamos nenhum número. Nosso intuito é fincar nossa bandeira com uma primeira loja e, talvez, uma segunda, e manter quatro ou cinco vendedores profissionais, de forma a poder propor a marca a diferentes locais. Esse é o investimento que delineamos por hora, numa primeira fase.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: A Panerai está aberta ao público apenas há 14 anos, o que falta para construir a marca?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Já construímos uma parte e há muito que construir. É sempre preciso se adaptar ao tempo que virá. Em termos de materiais, de tecnologia. Mas o mais importante é construir a perenidade de uma marca e isso é feito de elementos indefiníveis, intocáveis, que existem de uma maneira ou de outra. Veja Hermès, por exemplo, ela sobrevive ao longo do tempo. Uma mulher pode até dizer: "Quero ou não quero essa bolsa", mas a bolsa existe em sua cabeça, como um objeto com alma. Citei Hermès de propósito, porque é uma marca que não pertence ao grupo Richemont. Mas é um exemplo que resume essa questão da perenidade. A perenidade é o que eu busco, como um elemento transversal ao tempo, que deve ser comum a todas as épocas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Hoje grande parte dos rendimentos das grandes marcas provém dos países emergentes. É possível construir essa almejada perenidade com dinheiro novo?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Para manter uma marca é preciso ter países que a comprem. No mundo do luxo não fazemos produtos para a China, para o Brasil ou para a África do Sul. Há que ter elementos comuns que façam parte de teu próprio caráter. Se você comparar com o futebol, veja o Pelé, que era capaz de jogar como ninguém jogava. Ele era único. No mundo do luxo precisamos ser únicos, não importa quem compra. O que fazemos deve ser apreciado por todos. Então, o que buscamos é a transversalidade das épocas e também dos países e das culturas. Quando elas estão bem administradas e desenvolvidas pairam acima das diferenças de cada país.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: É verdade que o dono do grupo Richemont teve dúvidas se devia ou não comprar a Panerai por não saber se ela se encaixaria em seu portfólio de luxo?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Era seu departamento de gerenciamento de marcas que tinha essa dúvida. Ele, desde que viu o primeiro relógio sobre sua mesa, não teve qualquer dúvida. Sabia que era luxo. Depois, sim, a questão era como lançar esse produto para o consumidor. Mas o senhor Ruppert foi visionário desde o início.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Vivemos numa sociedade que se caracteriza pela ascensão das mulheres...<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: [interrompendo] Olha, não é de hoje que elas dominam o mundo. Desde que eu era pequeno assim [estende a mão e demarca uma altura inferior a um metro] compreendi que elas é que mandavam...<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Hoje, mais do que nunca, então. A minha pergunta é se por conta disso, a Panerai pretende desenvolver relógios femininos ou elas devem usar os mesmos modelos que os homens?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Nossa demanda é apenas no sentido da qualidade. Produzir um relógio menor como é comum na indústria relojoeira, apenas para dizer que é um relógio feminino, não nos interessa. Panerai é sinônimo de relógios grandes e isso seria perder nossa identidade. Então, quem decide isso é a mulher. Se ela quer ter acesso à marca, ela tem. Olhe para o pulso de Carla, ele é muito pequeno e o relógio fica perfeito [segura o pulso de Carla Salicini, diretora de relações públicas, que acompanha a entrevista e usa um Panerai Radiomir de ouro vermelho].<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: O fato de produzir relógios robustos foi a grande diferença de Panerai?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: No início fez grande diferença, porque éramos os únicos. E por isso o relógio foi muito copiado e ditou tendências entre outras marcas. Veio uma moda de relógios grandes e até a Rolex foi nessa onda. Muitos perceberam que é melhor um relógio grande. Em termos de movimento e mecânica é melhor trabalhar com um relógio maior.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Em sua opinião qual o significado que o relógio tem para os homens? É um fetiche?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Tenho a impressão de que a maioria deles trata o relógio como um objeto muito, muito pessoal. Quase confidencial. Para as mulheres é diferente, para elas é um acessório. Já eles têm uma ligação mais sentimental, mais emocional, como se o relógio fizesse parte de cada momento de suas vidas e por conta disso não quisessem se separar dele. Mesmo se temos quatro ou cinco relógios, há sempre um preferido. É como os sapatos. Podemos ter vários, mas somos capazes de colocar o mesmo par durante um longo período, sem ligar para os outros. Somos assim, o que fazer?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Ontem, numa roda de pessoas, ouvi-o dizer que quando estamos no mar o tempo não é aquele que pode ser cronometrado por um relógio. Que tempo é esse?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: É o tempo da natureza. Se você tiver que ir a Guadalupe [no Caribe] num veleiro é totalmente diferente do que quando precisa chegar a determinado lugar por uma estrada. Se você está na estrada a 100 quilômetros por hora e tem 40 quilômetros para percorrer sabe sempre, quase com exatidão, a que horas chegará ao seu destino. No mar, quando você está no barco, sabe que há aquele vento, mas o vento pode mudar: aumentar, diminuir. Há inúmeras variantes e tudo depende disso. É o tempo da natureza, muito menos preciso e convencional. Você pode chegar em quatro horas, mas também pode chegar em 20.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: Por que sob seu comando a Panerai começou a patrocinar regatas de iates clássicos?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Porque eram os elementos mais importantes em termos de esporte que poderíamos encontrar para patrocinar e divulgar a marca. Há muitas coisas comuns entre um relógio Panerai e um veleiro clássico. A exclusividade, por exemplo. Não há um veleiro clássico igual a outro. São peças de arte, diferentes de tudo o que há. É preciso um mestre construtor altamente capacitado para restaurar um desses barcos, assim como nós precisamos de um artesão da relojoaria de alta precisão para trabalhar conosco, com enorme experiência para fazer o que faz.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Valor: De onde vem sua paixão pelo mar?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Bonati: Olha, não sei. Comecei a gostar de barcos desde criança, quando via os veleiros inclinados na televisão, ainda com imagens em preto e branco. Não entendia porque ficavam inclinados daquela forma e continuavam navegando. Depois, entendi. Aos 35 anos decidi que queria ser dono de um veleiro e comprei meu primeiro barco.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A jornalista viajou a convite da Panerai<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3995</link><pubDate>17/5/2012</pubDate></item><item><title>Moda scotch</title><description><![CDATA[ <P class=last nodeIndex="4"><FONT size=2 face=Verdana>O Alexandre Herchcovitch - quem diria? - tornou-se um admirador de uísque. Pelo menos é o que se depreende da série de cinco camisetas que vai lançar no próximo dia 24, em sua loja no Fashion Mall no Rio, produzidas em parceria com a Diageo - a maior empresa de bebidas Premium do mundo. </FONT></P>
<P class=last nodeIndex="4"><FONT size=2 face=Verdana>O estilista diz que começou a perceber o crescente consumo de uísque no país e pensou usar isso como fonte de inspiração na moda. O resultado foi uma produção limitada de 2 mil camisetas que declaram que a bebida é chique, cool, tem estilo e outras coisas mais. </FONT></P>
<P class=last nodeIndex="4"><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/upload_folder/foto17est-601-e-camiseta-d7.jpg" alignment=""></FONT></P>
<P class=last nodeIndex="4"><FONT size=2 face=Verdana>A coleção, batizada de Whiskyls, será vendida nas lojas do estilista em São Paulo e Rio, no seu site e em Recife, nas multimarcas Dona Santa e Adom. Cada peça custa R$ 129,90 e, embora Herchcovitch diga que começou a pensar nos modelos muito antes dos fashions weeks que vêm aí, ele reconhece que "a parceria comercial com a Diageo ajuda a viabilizar parte dos custos do desfile".</FONT></P>
<P class=last nodeIndex="4"><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: Valor</FONT></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3994</link><pubDate>17/5/2012</pubDate></item><item><title>Blue Chip</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Coach de blogueira O balaio de códigos necessários para a moça atestar que é da mais fina estirpe está crescendo. Além de ir para Aspen nas férias, usar a última bolsa da Prada, o esmalte Chanel do momento e frequentar o restaurante mais cool, é preciso ter uma vitrine para mostrar isso ao mundo: um blog. Os já famosos blogs de moda - que mais parecem páginas pessoais das moças que mostram o "look do dia", o que carregam na nécessaire e o "decór" da mesa do almoço de domingo - viraram itens de primeira necessidade para meninas de classe AAA. Um mundo em que é preciso ter blog para existir. Elas fazem o caminho inverso de quem há alguns anos começou a se interessar por internet, fuçava nas ferramentas e ia aprendendo com calma. As "bloguetes" de agora querem ir logo ao que interessa: ter banner publicitário, fazer post pago, ganhar brindes e ser convidadas para eventos das grifes. Para atingir rápido os objetivos, contratam uma espécie de "coach", alguém que ensina o bê-a-bá do blog de sucesso. A filósofa e jornalista (e blogueira, claro) Liliane Ferrari dá aulas para turmas de 12 alunos por mês na Escola São Paulo, na ESPM e na Trevisan, para ensiná-los a existir virtualmente. Ela também dá alunas particulares, que demandam exclusividade da professora por ao menos três aulas de três horas cada. Cada hora de aula custa R$ 120. "A primeira pergunta de quem quer ser blogueira de moda normalmente é:  Como faço para ter um banner?  Isso me preocupa, pois afinal ninguém abre uma padaria porque quer ganhar dinheiro, mas porque sabe fazer pão. Tento fazer as alunas começarem do começo e devolvo outras perguntas. O que seu blog vai ter de diferente? Por que vão escolher anunciar nele e não em outro?" O começo do trabalho é o mais básico possível. Na conversa, Liliane encontra o nicho em que o blog se especializará, apresenta às alunas o Wordpress e dá até noções de como se dirige uma empresa - afinal, o objetivo final é que o blog tenha um faturamento considerável.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Coach de blogueira I Blogueiras bem-sucedidas chegam a ter 100 mil visitantes em um dia e faturar R$ 100 mil ao mês com o blog, conta Liliane. "Converso com as alunas, ajudo a encontrar um nicho, formato pautas, ensino quais ferramentas usar para colocar um blog no ar, que tipo de página criar no Facebook, Twitter e até noções de boas práticas." E são várias. Depois de passadas as aulas, as perguntas continuam via e-mail ou Facebook e os questionamentos giram principalmente em torno da relação com as marcas. A moça recebe um produto em casa. Deve ou não falar dele no blog? E se recebe a roupa e não gosta, fala do mesmo jeito? A sugestão de Liliane é para que a blogueira em questão agradeça pelo mimo e depois reflita sobre as verdadeiras intenções da empresa com o regalo. "As meninas têm que entender qual foi o tipo de abordagem. Se a marca convidou para o evento apenas para relacionamento ou se na verdade aquele convite tinha implícito uma intenção de cobertura." Perguntas como "o que é RPA?" também são constantes. Afinal, é o começo de uma empresa. Mas, os maiores pecados das moças, aponta Liliane, são ainda muito mais básicos. "Há por aí nos blogs muitos erros de português, além de muitas meninas querendo explicar o que não sabem, falar sobre o que nem pesquisaram."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Superlotação atrás do balcão As lojas da rua Oscar Freire nunca tiveram tantas vendedoras. E não é reforço para as vendas de Dia dos Namorados, não. Grifes que contrataram funcionários para o JK tiveram de agrupá-los em suas lojas atuais até que o imbróglio da abertura do shopping se resolva. Lojistas já foram avisados de que podem contar com a abertura para o dia 30 de maio, data que ainda não foi oficializada pela rede Iguatemi. Enquanto isso, as lojas estão lá quase todas prontas, mobiliadas, cheias de produtos e... de portas fechadas.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3993</link><pubDate>17/5/2012</pubDate></item><item><title>PORTARIA MF No 206, DE 15 DE MAIO DE 2012</title><description><![CDATA[ <P style="TEXT-ALIGN: center; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal align=center><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>D.O.U.: 16.05.2012<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>Prorroga as datas de vencimento da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) em relação aos fatos geradores ocorridos em abril e maio de 2012, nos casos que especifica.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA, uso das atribuições que lhe conferem os incisos II e IV do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no art. 66 da Lei nº 7.450, de 23 de dezembro de 1985, resolve:<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>Art. 1º As datas de vencimento da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), calculadas sobre a receita, devidas pelos sujeitos passivos enquadrados nos códigos de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) relacionados no Anexo Único a esta Portaria, ficam prorrogadas para:<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>I - o último dia útil da 1ª (primeira) quinzena do mês de novembro, em relação aos fatos geradores ocorridos no mês de abril de 2012; e<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>II - o último dia útil da 1ª (primeira) quinzena do mês de dezembro, em relação aos fatos geradores ocorridos no mês de maio de 2012.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>§ 1º Para efeito da prorrogação prevista no caput, somente se beneficiarão os sujeitos passivos que estiverem, na data da publicação desta Portaria, enquadrados nos códigos CNAE relacionados no Anexo Único a esta Portaria.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>§ 2º A prorrogação das datas de vencimento a que se refere o caput não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>Art. 2º Fica revogada a Portaria MF nº 137, de 26 de abril de 2012.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>Art. 3º Esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal align=center><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>GUIDO MANTEGA<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=MsoNormal align=center><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana><FONT size=2>ANEXO ÚNICO<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<DIV align=center>
<TABLE style="BORDER-COLLAPSE: collapse; MARGIN-LEFT: 5.4pt" class=MsoNormalTable border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0>
<TBODY>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Código<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Descrição CNAE<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>13.1<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Preparação e fiação de fibras têxteis<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>13.2<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Tecelagem, exceto malha<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>13.3<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de tecidos de malha<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>13.4<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>13.5<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>14.1<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Confecção de artigos do vestuário e acessórios<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>14.2<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de artigos de malharia e tricotagem<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>15.1<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Curtimento e outras preparações de couro<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>15.2<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação artigos para viagem e artefatos diversos de couro<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>15.3<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de calçados<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>15.4<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de partes para calçados, de qualquer material<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>29.4<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR>
<TR>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 33.75pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=45>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>31.0<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 393pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" vAlign=top width=524>
<P class=MsoNormal><FONT face=Verdana><FONT size=2>Fabricação de móveis<o:p></o:p></FONT></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3992</link><pubDate>17/5/2012</pubDate></item><item><title>Importação cai em vários setores de bens de consumo</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O recuo na importação brasileira em abril chegou a segmentos que ainda mantinham um pouco mais de fôlego nos desembarques, alcançando não só setores relacionados a matérias-primas e intermediários como também a bens de consumo. A queda de importação ou a forte desaceleração nos desembarques de alguns setores são considerados indicadores de uma demanda doméstica mais enfraquecida e reflexo de uma produção industrial desacelerada. Representantes de setores como calçados, têxtil e vestuário indicam também influência da "Maré Vermelha", fiscalização da Receita Federal com verificação física no desembarque de mercadorias deflagrada em março.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Segundo dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), em abril a importação de veículos apresentou queda de 6,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, há crescimento de 3% em relação ao primeiro quadrimestre de 2011. A importação de material eletrônico e de comunicações também teve queda de importação em abril, de 7,6%, comportamento que contrasta com o do acumulado do ano, período no qual houve crescimento de 3%<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Segmentos de não duráveis também apresentaram desaceleração forte ou queda em abril. A importação de confecções, em abril, cresceu 11,9%. No acumulado do ano, a elevação é de 40,9%. A preparação de couros e calçados teve queda em abril de 25,5%. No acumulado, o aumento é de 0,8%. Rodrigo Branco, economista da Funcex, lembra que os dados de abril mostram um recuo ou desaceleração de importação mais generalizado entre os segmentos de bens de consumo. "Nos meses anteriores a desaceleração já estava mais forte nos bens de consumo duráveis. Em abril ela chegou a segmentos com menor elasticidade, como calçados e vestuário, o que é indício de demanda doméstica menos aquecida."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Heitor Klein, diretor da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), diz que um dos fatores mais importantes para a redução na importação do setor em abril deve ser creditada à fiscalização "Maré Vermelha". A operação foi deflagrada em 19 de março, mas, segundo ele, teve resultados maiores a partir de abril, como também aponta Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Os dois também acreditam que há um componente de sazonalidade, já que abril é um mês de entressafra entre coleções. "Mas há também uma esperada retração no ritmo de aumento do consumo doméstico. Depois de três anos de crescimento no volume de vendas no varejo do setor, o mercado chega a um nível de saturação já previsto para este ano", acredita Klein. Ulrich Kuhn, presidente do Sinditex, que reúne indústrias de têxteis e vestuário de Blumenau, faz análise semelhante. "Essas importações que desembarcaram em abril foram encomendadas, em média, seis meses antes. Ou seja, não há influência da atual desvalorização do real frente ao dólar, mas é reflexo de uma saturação do mercado que talvez leve o ritmo importação a uma estabilização ou desaceleração nos próximos meses."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O professor da Unicamp e consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Julio Gomes de Almeida, diz que os dados de importação em abril foram surpreendentes. Ele lembra que é necessário esperar o comportamento dos desembarques nos próximos meses, mas a redução da importação pode indicar agravamento da retração industrial e o fim de um ciclo de crescimento no consumo de bens duráveis. Ele lembra que, na média diária, os desembarques em abril tiveram redução de 3,1% na comparação com o mesmo do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A extensão de efeitos de desaceleração ou redução em segmentos como calçados e vestuário, diz Almeida, pode indicar cautela. "Grandes varejistas podem estar de olho nas tendências de consumo e resolveram colocar um pé no freio. Como a decisão de comprar de fora requer antecedência, é a importação que costuma pagar mais o preço das viradas de ciclo", diz. Com isso, a insegurança do mercado doméstico pode contribuir para um menor coeficiente de importação nos próximos meses. "Mas será uma alteração pouco relevante, já que os problemas estruturais da indústria ainda não foram resolvidos."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Welber Barral, sócio da Barral M Jorge Consultores Associados, também acredita que a redução de importação em abril reflete a queda de demanda das vendas do varejo e a perspectiva de desaquecimento. Se houver estabilização em nível mais elevado, o câmbio também vai contribuir, acredita, para a manutenção dessa tendência nos próximos meses. "As empresas provavelmente reduzirão a importação, porque farão menos estoque."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3990</link><pubDate>16/5/2012</pubDate></item><item><title>Le Lis Blanc abrirá 30 quiosques de maquiagem</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A varejista de vestuário Restoque vai começar a venda da sua linha própria de maquiagem, a Le Lis Blanc Beauté, na próxima semana em 70 lojas da Le Lis Blanc. Em paralelo, a companhia se prepara abrir 30 quiosques exclusivos de maquiagem até dezembro. O primeiro deve começar a funcionar em julho.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Por enquanto, não há planos de franquear os quiosques, explica Márcio Camargo, presidente do conselho de administração da Restoque e sócio do Artesia, fundo controlador da empresa.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A linha completa da Le Lis Blanc Beauté conta com 250 itens, todos produzidos fora do Brasil, principalmente na Itália e na França. "Queremos manter o mesmo padrão de qualidade das marcas internacionais", disse Camargo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O lançamento de uma linha de maquiagem é apenas um dos novos projetos que a Restoque está colocando em prática, em 2012. A companhia, que até o ano passado operava apenas com as grifes Le Lis Blanc e Bo.Bô, começou a atuar também nos segmentos de moda masculina, com a Noir, Le Lis e de causal jeans, com a John John.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O forte ritmo de expansão em números de lojas e o início de novas operações estão refletidas no resultado da Restoque do primeiro trimestre. Houve, no período, uma expansão de 38% em receita, para R$ 138 milhões, em relação a um ano antes. Nessa comparação, a quantidade de lojas saltou de 64 para 111 e a área de vendas cresceu quase 46%.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">De janeiro a março, as vendas no critério mesmas lojas cresceram 4,8%. A companhia registrou um aumento de margem bruta devido a maiores preços das coleções. Mas o ganho foi ofuscado pelo crescimento das despesas operacionais, com abertura de lojas e de retaguarda das novas marcas, que ainda não vendem em escala suficiente para compensar os gastos para o pontapé inicial. No final das contas, a margem Ebitda no trimestre ficou estável em 16,5% e o lucro líquido cresceu 43,6%, para R$ 13, 7 milhões, com efeito positivo na linha dos impostos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A pressão das despesas deve diminuir conforme a operação das novas marcas amadurece e ganha porte. No caso da Bo.Bô, bandeira jovem adquirida pela Restoque em 2008, essa virada aconteceu no primeiro trimestre. Em relação a um ano antes, a receita da Bo.Bô cresceu 145,4%, para R$ 20,8 milhões e, pela primeira, a marca registrou uma margem Ebitda acima da consolidada da companhia. "O fenômeno foi fruto de uma combinação de ganho de escala e aumento de margem bruta", comentou Alexandre Afrange, presidente da companhia, em teleconferência ontem.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A maratona de inaugurações da Restoque, em 2012, apenas começou. Após o encerramento de março, a companhia já abriu duas lojas Le Lis Blanc, dez Noir, Le Lis, três Jonh John e sete Bo.Bô, totalizando hoje 133 lojas. Até o fim do ano, serão 207 unidades (todas próprias) e um investimento de R$ 200 milhões, o maior da história companhia.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Do início do ano para cá, as ações da varejista, focada nos consumidores classe A, subiram 30%. O Ibovespa se manteve estável no mesmo período. Na terça feira, a Restoque definiu uma operação de desdobramento das suas ações, na proporção de uma para três, com objetivo de fomentar a liquidez dos papéis na bolsa.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Fonte: Valor</SPAN> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3989</link><pubDate>16/5/2012</pubDate></item><item><title>Maioria dos setores da indústria aumentou importação no 1º trimestre</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">SÃO PAULO&nbsp;-&nbsp;Dos 33 setores industriais analisados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para coletar o nível de penetração dos produtos importados no consumo aparente doméstico, 22 registraram alta no índice no primeiro trimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2011.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Com isso, as importações representaram 22,6% do consumo industrial total, participação um ponto percentual maior do que nos três primeiros meses do ano passado.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">As maiores altas no coeficiente de importação foram registradas nos setores de tratores, máquinas e equipamentos para a agricultura (8,4 p.p); máquinas e equipamentos para a extração mineral e construção (6,7 p.p.); e artigos do vestuário e acessórios (6 p.p.). Com isso, a participação das compras no exterior desses três setores ficou em 45,7%, 46,2% e 18%, respectivamente.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">As quedas mais expressivas no primeiro trimestre do ano aconteceram nos setores de preparação de couro e artefatos de couro (9,6 p.p.); equipamentos de instrumentação médico-hospitalares (6,9 p.p.); e material eletrônico e aparelhos de comunicação (3,6 p.p.). Nessas áreas, o coeficiente de importação ficou, respectivamente, em 21,1%, 53,8% e 48,5%.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Cai diferença em calçados<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Enquanto as exportações representaram 16,8% do total produzido pela indústria calçadista no ano passado, a participação das importações no consumo aparente do setor, no mesmo período, chegou a 6,7%, segundo a pesquisa da Fiesp. A distância entre as duas variáveis é a menor desde 2003, quando a federação começou a realizar a medição.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Naquele ano, o coeficiente de exportação da indústria calçadista era de 34% da produção total da indústria. As importações, por sua vez, ficaram em 1,4% do consumo do mercado doméstico. A penetração dos produtos estrangeiros somente foi maior do que o registrado no ano passado em 2008, quando representaram 6,9% do total. As exportações, no período, ficaram em 23,7%.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3991</link><pubDate>16/5/2012</pubDate></item><item><title>Gap procura retomar sua moda </title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: black; FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: EN-US" lang=EN-US>THE NEW YORK TIMES - O Estado de S.Paulo<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Essa não pode ser a Gap. A calça parece nova, o acabamento intacto. Jeans rosa e amarelo para mulheres aqui. Lenços em cores vívidas ali. No andar superior, jeans masculinos estilosos. E por todo o lado a luz natural espanta a monótona fluorescência.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Sim, esta é a Gap. Mas a Gap do Grove, shopping de luxo de Los Angeles, onde a companhia montou uma loja-laboratório para tentar reavivar uma marca que foi uma das maiores histórias de sucesso e fracasso do varejo americano.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Depois de definir a cultura do cáqui nos anos 90, a Gap experimentou um declínio na década de 2000. Má administração, troca constante de executivos e coleções sem atrativos prejudicaram as vendas. Foi uma queda surpreendente de uma cadeia que antes ditava o que os Estados Unidos deviam vestir.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Seu diretor executivo, Glenn Murphy, tentou satisfazer Wall Street cortando custos e fechando lojas. Mas no ano passado as vendas ficaram praticamente no mesmo patamar de 2001, apesar de grandes avanços no exterior e na loja online. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">O que deu errado? Dezenas de entrevistas com executivos antigos e atuais retratam uma empresa que decidiu ir atrás das concorrentes em vez de planejar seu próprio curso, que diminuiu a qualidade e perdeu contato com os clientes. Em resumo, encheu suas lojas de produtos que as pessoas não queriam. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">É por isso que a loja da Grove é crucial. Nela, a Gap testa maneiras de aumentar as vendas. Os ambientes mais joviais são um começo. Há provadores no centro da loja e um estilista que permanece no local. Outra lojas Gap estão sendo modernizadas também. As novas roupas refletem o otimismo da campanha publicitária: "Seja radiante". <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">À medida que os produtos chegam às lojas, a Gap vem recebendo algumas boas notícias. Em fevereiro e março, as vendas ultrapassaram de longe as expectativas dos analistas. O valor das ações também está em recuperação. Em fevereiro de 2000, quando o cáqui se tornou o uniforme das pessoas ponto.com, o papel valia US$ 53. Despencou para US$ 9,50 em novembro de 2008, auge do pânico financeiro. No final de abril, a cotação era de US$ 28,53, com um alta de 54% no ano, até agora. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Criação. Quando Doris e Don Fisher fundaram a companhia em 1969, em San Francisco, eles basicamente inventaram a loja de roupas especializadas. A Gap vendia jeans Levi s numa série de tamanhos, para uma nova geração que se distanciava da anterior. O "gap" (conflito) de gerações deu origem à marca da loja.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Millard S. Drexler assumiu o cargo de diretor executivo nos anos 80. A Gap, então, começou a vender roupas da sua própria produção e passou a dominar o setor varejista de roupas dos Estados Unidos por quase duas décadas. Mas em 2002, a expansão precipitada teve consequências. A companhia chegou perto da bancarrota. Na época, concorrentes como a Zara e Juicy Couture desafiavam o enfoque da Gap de oferecer tudo para todos. Em 2007, Glenn Murphy, ex-chefe da Shoppers Drug Mart, no Canadá, foi escolhido para o cargo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Murphy cortou custos, fechou lojas e promoveu um crescimento internacional da marca. E em algumas frentes, a estratégia deu resultado. A Gap está crescendo rápido na China. O lucro foi de US$ 1,1 bilhão em 2009, para US$ 1,2 bilhão em 2010 e caiu para US$ 833 milhões em 2011 - mesma faixa de dez anos antes.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">O problema é que Murphy abandonou o lado moda da Gap. Quando viu que as roupas não vendiam, concentrou-se em estratégias para aumentar a participação no mercado e não procurou repensar a Gap como marca. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Ele, então, notou que a rival, Express, ia bem. Incentivou seus executivos a imitar a concorrente. Mesmo assim, o produto não vendia. A Gap, então, resolveu mudar tudo de novo. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Em 2011, as roupas que chegaram ao mercado eram nas cores cinza, pêssego e rosa. As concorrentes, por sua vez, estavam oferecendo produtos em cores brilhantes. Conclusão: as vendas continuaram afundando.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Uma outra preocupação foi com a qualidade. Murphy disse aos investidores que reduziria os custos, mas embora isso contribuísse para os lucros, prejudicava suas roupas. "Acabamentos, lavagens, todas essas coisas que dão mais caráter a uma roupa - o corte, o fio da malha, tudo era substituído por opções mais baratas", disse um ex-estilista. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">A pressão dos custos não diminuiu quando a economia melhorou. No ano passado, as despesas da Gap subiram 20% por causa da alta recorde do algodão, que foi então substituído por tecidos mais baratos. "Ficamos preocupados com a qualidade, mas havia uma pressão para atender às expectativas de lucro", diz um ex-executivo. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Murphy também fechou lojas que não davam lucro. O critério foi simplista: as portas baixavam à medida que os contratos de aluguel expiravam. Também tentou dar cara nova à rede. No fim de 2010 introduziu um logotipo novo. Mas, em uma semana, ela voltou a usar o antigo, diante de queixas de clientes. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">Algumas medidas, porém, parecem dar certo. As roupas das coleções mais recentes são mais vistosas e os tecidos melhores. Há mais flexibilidade na produção para poder capturar as tendências que possam ter passado despercebidas. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt">E como parte das mudanças, Murphy nomeou Pam Wallack, conhecida por seu trabalho na Gap Kids and Baby, para chefiar o centro de criação global, supervisionando as áreas de design, produção e marketing. Sua maior qualidade? Saber o que se parece com a Gap. "Temos que reestabelecer a essência da Gap". A primeira medida foi dar mais atenção às cores, à linha jeans, aos tradicionais cáquis e também às malhas de tricô. O resultado? Em fevereiro, as vendas cresceram 1%. Em março, 9%. /TRADUÇÃO TEREZINHA MARTINO<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3988</link><pubDate>16/5/2012</pubDate></item><item><title>Efeitos do câmbio já começam a ser sentidos na inflação </title><description><![CDATA[ <P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">A expressiva ascensão do dólar em pouco mais de dois meses ao passar de R$ 1,70 (fechamento de fevereiro) para R$ 1,95 (ontem), encostando em R$ 1,97 na máxima da última quarta-feira, tem se refletido em pressão inflacionária no primeiro estágio da cadeia de produção, observado no salto dos preços ao produtor em razão principalmente da alta da soja e seus derivados no ramo industrial, como o óleo e o farelo. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">A principal commodity agrícola da pauta de exportação brasileira já se encontrava em aceleração no mercado internacional desde a segunda quinzena de dezembro, chegando a ultrapassar o pico do ano passado e, com o processo de elevação da taxa de câmbio, amplificou-se o impacto sobre esses custos no mercado doméstico. Além disso, também já se observam os efeitos sobre alguns produtos industriais sensíveis ao câmbio, como o minério de ferro.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">De fato, a depreciação do real tem ligação com os próprios movimentos do Banco Central, que entrou 16 vezes no mercado comprando dólar em abril, muitas vezes quando a cotação já estava em alta, o que sinaliza a intenção de aumentar o patamar de oscilação da moeda americana.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Ao consumidor, esses impactos ainda não são visíveis, dado que há uma defasagem temporal e uma certa diluição ao longo da cadeia. No entanto, os riscos seguem em expansão.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Após a surpresa de caráter bastante pontual com o 0,21% em março, o IPCA mostrou expressiva aceleração em abril, para 0,64%, ficando um pouco acima das expectativas. Na verdade, uma aceleração já era esperada por causa dos reajustes anunciados em cigarros e remédios e uma retomada nos preços de vestuário, após a atípica deflação no mês anterior. Vale destacar que, juntando-se a categoria de medicamentos (impacto de 0,05 ponto porcentual no índice cheio) e fumo (0,12 pp), tem-se 0,17 pp, o que representa 27% da alta do IPCA em abril.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Mesmo com esse resultado quase três vezes acima da taxa de março, o acumulado em 12 meses voltou a recuar devido à saída da base de cálculo da alta de 0,77% em abril de 2011, puxada pela forte alta de combustíveis naquela época. Pelas atuais circunstâncias, o acumulado em 12 meses tem reais possibilidades de voltar a acelerar em maio e, para isso ocorrer, basta que o IPCA deste mês seja maior que 0,47%.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">No entanto, neste mês de maio temos importantes fatores de descompressão, como a saída dos impactos dos reajustes que ocorreram em abril, reduzindo riscos e oferecendo um ambiente favorável para o Banco Central seguir reduzindo os juros, agora sem o piso de curto prazo da remuneração da caderneta de poupança.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Convergir para o centro da meta torna-se cada vez mais complicado devido principalmente a fatores de risco da própria conjuntura doméstica, como aumentos salariais acima dos ganhos de produtividade, mercado de trabalho apertado, efeito câmbio oferecendo riscos de pressão inflacionária à cadeia ao varejo e, além disso, tem-se os efeitos do afrouxamento monetário iniciado em agosto do ano passado, podendo gerar mais um vetor de sustentação da inflação.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: black; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR">É ANALISTA DA ROSENBERG &amp; ASSOCIADOS - O Estado de S.Paulo<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Cenário: Daniel Lima <o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3987</link><pubDate>14/5/2012</pubDate></item><item><title>Produção mais fraca no trimestre resulta em demissões na indústria</title><description><![CDATA[ <FONT face=Verdana><FONT size=2><STRONG class="noticia-procedencia first last">SÃO PAULO&nbsp;-&nbsp;</STRONG>Entre os 17 setores da indústria contemplados pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), 10 deles registraram redução do pessoal ocupado no primeiro trimestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado. Desses, sete tinham registrado redução da produção física de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</FONT></FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>As demissões no setor têxtil representaram queda de 5,1% do pessoal ocupado no período e de 6,5% no setor de vestuário. Na mesma comparação, a produção física têxtil recuou 7,5%, enquanto que a do vestuário caiu 15,1%.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>O aumento de 51,4% nas importações de vestuário nos três primeiros meses é a explicação do resultado negativo, na visão do presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho. “Não estamos participando do crescimento do mercado doméstico e a produção reflete isso”, afirmou.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>O emprego também vai mal nos setores de calçados e couro (-7,0%), fumo (-5,7%), produtos de metal (-5,5%), borracha e plástico (4,2%) e metalurgia básica (-2,9%), sempre na comparação entre o primeiro trimestre deste ano frente a igual período de 2011.</FONT></P>
<P class=last><FONT size=2 face=Verdana>As condições desfavoráveis no quarto trimestre do ano passado, como juros mais altos e real valorizado, ainda causam impacto na produção, segundo Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Para ele, as medidas que o governo vem tomando deverão surtir algum efeito na economia, com defasagem, e uma possível reversão desse quadro somente será sentida no segundo semestre.</FONT></P>
<P class=last><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P class=last><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: Valor</FONT></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3986</link><pubDate>14/5/2012</pubDate></item><item><title>Produtividade começa ano em queda na indústria</title><description><![CDATA[ <P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O avanço de 4,6% acima da inflação no custo da folha de pagamento da indústria no primeiro trimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2011, está pressionando ainda mais os lucros do setor, em um momento de queda da produtividade, segundo avaliação dos economistas consultados pelo Valor. Agrava a situação o fato de as medidas de incentivo à produção, anunciadas pelo governo, ainda não terem surtido efeito claro.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Entre janeiro e março, na comparação com o mesmo período de 2011, a produção industrial, segundo o IBGE, recuou 3%. A queda do número de horas pagas foi menos acentuada: 1,2% na mesma comparação. O resultado desses dois fatores é uma produtividade 1,8% mais baixa no primeiro trimestre de 2012 frente ao primeiro trimestre do ano passado.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">"O cenário de competitividade da indústria só piora", avaliou a economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria. Segundo ela, a pressão salarial e o recuo da produção têm tirado ainda mais a capacidade do setor de concorrer com o produto importado no mercado nacional. "O nosso mercado de trabalho ainda está aquecido e a indústria ficou  presa , porque, se não der aumento de salários, vai perder pessoal para o setor de serviços, comércio e construção civil", disse. "A indústria não pode se dar ao luxo de não dar aumentos reais, porque compete diretamente com setores mais dinâmicos."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fabio Ramos, economista da Quest Investimentos, explica que, devido às dificuldades de demitir funcionários no Brasil, a tendência é que os empresários segurem sua mão de obra o máximo possível. Por isso, o emprego industrial responde com defasagem à queda na produção - na comparação entre o primeiro trimestre de 2012 com o mesmo período de 2011, o pessoal ocupado no setor recuou 0,8%, menos de um terço da queda na produção.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">No início do ano, porém, o nível de emprego seguiu a atividade mais de perto. "Em um primeiro momento de crescimento econômico menor é normal que a produção caia mais rapidamente que o emprego. Mas, como a produção está recuando lentamente, o ajuste do emprego e da produtividade está acompanhando mais de perto o movimento da atividade", avalia Ramos. "A indústria demitir é um fato ruim, mas existe a vantagem de ajustar a produtividade. Não adianta o empresário contratar mais ou manter os seus empregados se não há demanda pelos seus produtos. No médio prazo, a empresa fecha. O melhor é desligar os trabalhadores ou acabar com horas extras e diminuir turnos", explica.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Para o economista, o ritmo fraco da indústria terá impacto nas negociação de reajuste neste ano. "Como o desemprego geral da economia está baixo, isso favorece o aumento de salários. Mas as empresas estão vendo lucros menores, por isso acho que as negociações salariais com os sindicatos neste ano serão mais duras."<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Alessandra, da Tendências, explica que a indústria não consegue repassar o aumento do custo da mão de obra para os preços, uma vez que sofre concorrência pesada de produtos importados. "Isso corrói a sua margem de lucro", diz.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Para a Rosenberg Associados, a competição com os produtos importados agrava o cenário industrial do país. De acordo com a consultoria, o quadro não está favorável para a indústria, que sofre com problemas estruturais, principalmente pela competição dos importados, que buscam mercado consumidor em um cenário global de baixo crescimento.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">A economista da Tendências acredita que o setor está aguardando os próximos meses e o resultado mais claro das políticas de incentivo à produção industrial adotadas pelo governo para iniciar um processo de demissões. "A indústria está numa posição de cautela. O custo de demissão é muito alto no Brasil e essas medidas podem reverter em parte o cenário ruim", afirma Alessandra.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Entre 17 setores da indústria contemplados pela pesquisa, houve redução do pessoal ocupado em dez deles no primeiro trimestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado. Desses, sete tinham registrado redução da produção física, de acordo com o IBGE.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">As demissões no setor têxtil representaram uma queda de 5,1% do pessoal ocupado, enquanto o corte de pessoal foi de 6,5% no setor de vestuário. Na mesma comparação, a produção física têxtil recuou 7,5%, enquanto a do vestuário caiu 15,1%. A alta de 51% nas importações de vestuário nos três primeiros meses também explica o resultado negativo, segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) Aguinaldo Diniz Filho.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O emprego também vai mal nos setores de calçados e couro (-7,0%), fumo (-5,7%), produtos de metal (-5,5%), borracha e plástico (- 4,2%) e metalurgia básica (-2,9%), sempre na comparação entre o primeiro trimestre deste ano frente a igual período de 2011.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Valor<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3985</link><pubDate>14/5/2012</pubDate></item><item><title>INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2012 </title><description><![CDATA[ <P><FONT face=Verdana><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O Edital SENAI SESI de Inovação, edição 2012, tem como finalidade proporcionar apoio a projetos de inovação tecnológica e social no desenvolvimento de produtos e processos em parceria com empresas do setor industrial, com mais de um ano de vida.</SPAN><FONT size=2> <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Em sua 9ª edição, o Edital disponibilizará R$ 30 milhões para financiar estes projetos sendo, R$ 20 milhões do SENAI e R$ 7,5 milhões do SESI. Adicionalmente, R$ 2,5 milhões são destinados a bolsas do CNPq a pesquisadores que participarem do projeto.</SPAN><FONT size=2> <o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">O aporte de recursos por projeto pode chegar a R$ 300 mil para os projetos do SENAI ou do SESI. Os projetos desenvolvidos em parceria SENAI-SESI poderão chegar a R$ 400 mil.</SPAN><FONT size=2> <o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Verdana>As empresas paulistas que tenham interesse em participar do Edital SENAI SESI de Inovação 2012, devem efetuar o cadastro, até 25 de maio de 2012, no link: </FONT><A href="wlmailhtml:{2C17F42D-1151-49B3-B356-42ABFF6E21D6}mid://00000072/!x-usc:http://editalinovacao.sesisenaisp.org.br/Webforms/Inovacao/"><FONT color=#0000ff face=Verdana>http://editalinovacao.sesisenaisp.org.br/Webforms/Inovacao/</FONT></A><FONT face=Verdana>, &nbsp;ou pelo smartphone com QR CODE abaixo.</FONT></SPAN><FONT face=Verdana><FONT size=2> <o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Verdana>Após a confirmação do cadastro, nossa equipe entrará em contato para mais esclarecimentos e orientações quanto ao projeto. Este cadastro é destinado às empresas paulistas e será utilizado como base para todos os nossos contatos.</FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY:  Arial , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3984</link><pubDate>11/5/2012</pubDate></item><item><title>Emprego industrial cai 0,4% em março, diz IBGE</title><description><![CDATA[ <P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BACKGROUND: white; mso-outline-level: 4" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #555555; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR">Valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria recuou 0,7%<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O emprego industrial recuou 0,4% em março na comparação com fevereiro, na série livre de influências sazonais, após ter registrado -0,3% em janeiro e 0,1% em fevereiro, informou nesta sexta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com março de 2011, houve baixa de 1,2% - o sexto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde dezembro de 2009 (-2,4%).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">No ano, o índice acumula recuo de 0,8% frente a igual período do ano anterior. A taxa dos últimos 12 meses (+0,2%) prosseguiu com a redução no ritmo de crescimento iniciada em fevereiro de 2011 (3,9%).<BR><BR>O índice de média móvel trimestral ficou em -0,2% na passagem dos trimestres encerrados em fevereiro e março, permanecendo com o comportamento predominantemente negativo presente desde outubro do ano passado. <BR><BR>Ainda na série com ajuste sazonal, na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, o emprego industrial recuou 0,3% nos três primeiros meses de 2012, segundo trimestre consecutivo de taxa negativa, acumulando nesse período perda de 0,9%. <BR><BR>O contingente de trabalhadores sofreu redução em nove das 14 áreas pesquisadas na comparação entre março de 2012 e março de 2011. O principal impacto negativo sobre a média global foi observado em São Paulo (-3,2%), pressionado em grande parte pelas taxas negativas em 14 dos 18 setores investigados, com destaque para a redução nas indústrias de produtos de metal (-14,3%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-8,3%). <BR><BR>O resultado negativo assinalado na região Nordeste (-2,4%) foi influenciado pelas quedas nos setores de vestuário (-8,9%), calçados e couro (-6,7%) e têxtil (-11,7%).<BR><BR>Em Santa Catarina (-1,4%), houve influência das perdas registradas em madeira (-15,3%), vestuário (-3,5%), produtos de metal (-9,1%) e calçados e couro (-15,6%). No Ceará (-3,2%), a queda foi influenciada pelas reduções de vestuário (-7,6%), calçados e couro (-4,5%) e têxtil (-9,1%).<BR><BR>Por outro lado, Paraná (3,2%) e Minas Gerais (1,9%) apontaram as principais contribuições positivas para o emprego industrial do País. Na indústria paranaense, as maiores influências positivas vieram dos setores de alimentos e bebidas (8,8%) e de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (37,4%), enquanto, na indústria mineira, sobressaíram os ramos de metalurgia básica (7,5%), indústrias extrativas (8,6%) e produtos de metal (6,5%).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Folha de pagamento cai</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente recuou 0,7% em março ante fevereiro, após registrar expansão por dois meses consecutivos, período em que acumulou ganho de 6,4%. O IBGE destaca, no entanto, que houve clara influência da redução de 7,8% no setor extrativo, por causa do pagamento de participação nos lucros em empresas deste setor em fevereiro.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O índice de média móvel trimestral apontou expansão de 1,8% entre os trimestres encerrados em fevereiro e março, intensificando o ritmo de crescimento frente aos resultados de janeiro (1,3%) e fevereiro (1,5%).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">No confronto com igual mês do ano anterior, o valor da folha de pagamento real cresceu 4,2% em março, 27º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação. O índice acumulado no primeiro trimestre de 2012 apontou avanço de 4,6% frente a igual período de 2011. O índice acumulado nos últimos 12 meses cresceu 3,9% em março deste ano, prosseguiu com a redução no ritmo de crescimento iniciada em maio de 2011 (7,3%).<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; COLOR: #464646; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Na comparação com março do ano passado, houve resultados positivos nos 14 locais investigados. As maiores influências sobre o total nacional foram verificadas em Minas Gerais (9,7%) e no Paraná (13,4%), por causa da indústria extrativa.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; FONT-SIZE: 10pt">Fonte: Estadão<o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=3981</link><pubDate>11/5/2012</pubDate></item></channel></rss>
