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		<title>Sindivestuário - Content Channel</title>
		<description>Sindivestuário Content and Resources, Articles &amp; News &amp; Forums.</description>
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<item><title>Convite - Palestra de Nanotecnologia</title><description><![CDATA[ <P align=center><A href="mailto:girardi@sinditextilsp.org.br"><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/3107a.jpg" alignment=""></A></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2487</link><pubDate>31/7/2010</pubDate></item><item><title>FEBRATEX 2010 contará com Espaço de Moda, Conhecimento e Design</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>Considerado o maior evento voltado para a indústria têxtil das Américas, a FEBRATEX – Feira Brasileira para a Indústria Têxtil retorna a Blumenau/SC, de 10 a 13 de agosto, com uma série de novidades. Além das 1,9 mil marcas expositoras, os visitantes que comparecerem ao Parque Vila Germânica/PROEB terão acesso ao Espaço Moda, Conhecimento e Design, que acontecerá pela primeira vez durante a feira. <BR><BR>Neste local estarão concentrados o Seminário Tecnológico da Associação Brasileira de Técnicos Têxteis (ABTT), com debates sobre o incentivo à produção têxtil nacional, representantes do SENAI-CETIQT e ENAT, além de uma exposição com os looks dos finalistas do concurso Brasil Fashion Designers, que chega em sua segunda edição com o objetivo de incentivar e promover novos talentos da moda. “Com esta área de Conhecimento, Moda e Design queremos trazer para dentro da FEBRATEX os cursos de moda de Santa Catarina, além de informação, através do Seminário da ABTT e do ENAT, e beleza, através da exposição dos looks dos finalistas do Brasil Fashion Designers”, explica o jornalista e gerente de projetos especiais do Grupo FCEM, Ricardo Gomes. <BR><BR>Conforme ele, outra novidade do espaço será uma amostra inédita do acervo do Museu de Hábitos e Costumes, que deve ser inaugurado ainda no mês de setembro, no município. “O museu contará com mais de 250 trajes e é resultado de cerca de um ano de trabalho”, explica a diretora do Patrimônio Histórico-Museológico da Fundação Cultural de Blumenau, Sueli Petry. Conforme ela, além de divulgar o acervo, a participação na FEBRATEX será importante para que os visitantes possam conhecer um pouco mais sobre o que era utilizado na época, servindo ainda de fonte de pesquisa para estudantes e estilistas. “Com esta pequena amostra já será possível fazer um reflexão sobre como era o vestir na época”, complementa Sueli. <BR><BR>Para ingressar na feira, assim como participar dos eventos paralelos, a organização do evento sugere a doação de dois quilos de alimentos não-perecíveis. “Com esta iniciativa, pretendemos repetir a ação de sucesso da última edição, quando foram arrecadadas seis toneladas de alimentos”, ressalta Hélvio Roberto Pompeo Madeira Júnior, diretor de marketing da FCEM, lembrando que o que for arrecado será posteriormente entregue às entidades sociais do Vale do Itajaí credenciadas. <BR><BR>Mais informações podem ser obtidas no site </FONT><A href="http://www.febratex.com.br/" target=_blank><FONT size=2 face=Verdana>www.febratex.com.br</FONT></A></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2486</link><pubDate>30/7/2010</pubDate></item><item><title>Paranaenses deixam chineses para trás</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>De São Paulo - 28/07/2010<BR>Ana Paula Paiva / Valor<BR><BR>Cláudio Palharin, da Commanders: "O contrato com a Petrobras é uma maravilha, vamos dobrar o pessoal e a produção"<BR><BR>A Commanders, pequena fábrica de uniformes, importa boa parte dos fios que servem de matéria-prima para as cerca de 50 mil peças manufaturadas por seus 200 funcionários todos os meses. Por ser importadora de insumos, a empresa aproveita o câmbio baixo, mas essa ajuda vem sendo corroída pelo aumento da concorrência chinesa em produtos acabados equivalentes aos que ela produz. Um contrato recente, no entanto, mudou o jogo.<BR><BR>Há quatro anos a Commanders lutava para emplacar o selo Qual, específico ao segmento de uniformes, construído com base em indicadores da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). Conseguiu no início do mês, depois que a Petrobras se convenceu da consistência do selo de qualidade e fechou contrato com a companhia de Apucarana, no interior do Paraná. A partir de agora, a Commanders vai entregar mil uniformes que serão usados pelos funcionários em refinarias da estatal, em um contrato com validade de um ano. O acordo, que criou uma demanda garantida, renovou o espírito da empresa.<BR><BR>Segundo Cláudio Luiz Palharin, dono da companhia, o contrato dá liberdade à Petrobras&nbsp;encomendar até cinco vezes mais uniformes, "o que é uma maravilha". Agora, diz ele, a empresa espera dobrar o número de funcionários para atender à demanda, que deve superar o contrato com a estatal. "Como a Petrobras aceitou os ditames do selo Qual, outras estatais e companhias de alto porte podem fazer o mesmo, e precisamos estar preparados", diz o empresário.<BR><BR>O setor de uniformes sofre com a competição estrangeira pois sua produção não é em larga escala. O câmbio valorizado, dizem especialistas, exerce pressão sobre os fabricantes brasileiros, que precisam apelar para a qualidade e selos de garantia e certificação para justificar os preços mais salgados.<BR><BR>Foi justamente esse segmento que provocou preocupação no governo, depois que fabricantes chineses ganharam uma licitação para fornecer uniformes ao Exército. O episódio, segundo fontes próximas ao Ministério da Fazenda, acelerou as discussões quanto à implementação de uma<BR>proteção tarifária a indústria em licitações públicas. Na semana passada, o governo editou medida provisória que dá prioridade a setores como calçados e têxteis nessas compras.<BR><BR>Após o contrato com a estatal, a têxtil deve duplicar de tamanho até 2011, diz Palharin. "Devemos dobrar o número de trabalhadores e produzir mais de 100 mil uniformes por mês", afirma. (JV)<BR></FONT></P>
<P align=center><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/3007aa.jpg" alignment=""></P></FONT> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2485</link><pubDate>30/7/2010</pubDate></item><item><title>Veja as diferenças entre as categorias da moda</title><description><![CDATA[ <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Thalita Peres<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Quem está acostumado a ler textos relacionados à moda, sabe que palavras como alta-costura, prét-à-Porter e fast-fashion fazem parte do vocabulário dos interessados no assunto. Mas será que você realmente sabe o que significa cada um e quais as diferenças entre eles? A jornalista de moda Dinah Bueno Pezzolo explicou ao <B>Terra</B> as diferenças entre as três de algumas das principais palavras do universo fashionista. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Alta-Costura </SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><BR>A alta-costura é a moda direcionada a uma clientela privilegiada, de alto poder aquisitivo, que faz questão de exclusividade. Feita sob medida e com montagem em grande parte feita à mão, utiliza os mais finos tecidos, muitas vezes exclusivos. Quando o modelo possui bordado, o trabalho é feito pelos melhores profissionais. Em Paris, a célebre Maison Lesage, especializada em bordados, colaborou para o requinte da alta-costura assinada pelos maiores criadores de moda por mais de meio século. Em junho de 2002, a Maison foi adquirida por Chanel. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Foram várias as tendências criadas pela alta-costura que acabaram mudando o guarda-roupa das mulheres. Algumas imagens permanecem na lembrança - linha saco e trapézio -, enquanto outras se tornaram clássicos da moda, como o tailleur criado por Chanel em 1955, de tweed, com botões duplos, lapelas, cintos de correntes douradas e saia na altura dos joelhos. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><o:p>&nbsp;<IMG height=410 alt="" src="http://sindicatosp.com.br/Upload_folder/get.jpg" width=543 border=0 alignment=""></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ">O mercado da moda é dividido em alta-costura, prêt-à-porter e fast-fashion</SPAN><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Prêt-à-porter</SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><BR>No início dos anos 1960, a alta-costura continuava restrita a uma minoria abastada. A moda prêt-à-porter, ou pronto para vestir em português, então, mostrava artigos luxuosos, mas industrializados, e as peças "de confecção" eram as mais baratas, as populares. Hoje, o prêt-à-porter, com suas temporadas de apresentação de coleções, complementa os lançamentos da alta-costura, mas com estrutura própria, capaz de surtir o mercado mundial. Desde os anos 1970, o prêt-à-porter comanda a moda no mundo. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Fast-fashion</SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><BR>O fast-fashion, ou moda rápida em português, surgiu da necessidade de uma moda "básica", tanto para homens como para mulheres, devido à grande diversidade de ideias oferecidas. São peças que facilitam na hora de vestir e assim, jeans e camiseta hoje vestem o mundo. Há quem inclua no termo "fast-fashion" a roupa de confecção, barata, vendida em lojas e ruas de comércio popular. Não se pode esperar muito pela qualidade dessas peças, mas elas têm seu público. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Fonte:Terra<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR"><A href="http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588420-EI1119,00-Veja+as+diferencas+entre+as+categorias+da+moda.html">http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588420-EI1119,00-Veja+as+diferencas+entre+as+categorias+da+moda.html</A><o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2484</link><pubDate>30/7/2010</pubDate></item><item><title>Governo atende empresários e adia novo ponto eletrônico por três meses</title><description><![CDATA[ <P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">BRASÍLIA e SÃO PAULO - O governo cedeu à pressão de empresários e sindicalistas e decidiu postergar, por mais 90 dias, o prazo final para que o novo ponto eletrônico se torne obrigatório. As empresas teriam de se adequar até o dia 21 de agosto. Nesses três meses, os fiscais do trabalho vão fazer apenas "visitas educativas" para orientar os empregadores, sem multá-los. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">A nova norma para o ponto eletrônico prevê que as empresas que optarem pelo sistema terão que substituir antigas máquinas por outras munidas de impressora e com capacidade de armazenar dados de entrada e saída de funcionários. Essas máquinas só podem ser fabricadas por empresas certificadas pelo Ministério do Trabalho. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O adiamento do prazo para entrada em vigor das novas regras consta de uma instrução normativa assinada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que deverá ser publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">- Na prática, os empresários terão mais tempo - afirmou ao GLOBO o ministro do Trabalho, acrescentando que os fiscais vão elaborar um cronograma de visitas, para verificar a implantação do novo modelo. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Quem não quiser adotar o novo sistema, poderá utilizar os controles manual e mecânico (cartão). No entanto, esses equipamentos são considerados ultrapassados. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN><STRONG>Empresários dizem que não há máquinas no mercado</STRONG> <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Os empresários se queixam de que as máquinas exigidas pelo Ministério do Trabalho não estão disponíveis no mercado e que não há tempo hábil para fabricá-las. A pasta informou, porém, que já credenciou 64 fabricantes. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">- Pelo que estou sentindo, já há bastante máquina no mercado - disse Lupi. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O ministro destacou que a obrigatoriedade do ponto eletrônico é do conhecimento dos empregadores há cerca de um ano. A medida, segundo ele, facilitará a atuação dos fiscais e tem como objetivo garantir os direitos dos trabalhadores. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Desde o início do mês, empresários e sindicalistas vêm pedindo a Lupi a prorrogação por 90 dias do prazo para implantação da portaria 1510/09, que obriga as empresas com mais de dez funcionários a adotarem o Registro Eletrônico de Ponto (REP). O novo ponto eletrônico foi fortemente contestado pelas entidades empresarias. O diretor do departamento sindical da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Della Mana, considera a medida uma "palhaçada" e tecnicamente impraticável pelas indústrias paulistas. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">- Não somos contra só por ser contra. Nossas análises mostram que é inviável. Temos que acabar com essa palhaçada. É impraticável - criticou Della Mana, que sugere que empresas, governo e trabalhadores encontrem uma solução negociada. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">- Não temos interesse de acobertar aqueles que não cumprem com suas obrigações - disse o empresário, referindo-se a empresas que deixam de pagar horas extras a seus funcionários e recolher os impostos devidos. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN><STRONG>Para Fiesp, medida afeta competitividade</STRONG> <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">A entidade, que já havia entrado com pedido de suspensão ou revogação da portaria no ministério, alega ainda que os equipamentos são caros e comprometem a competitividade das micro e pequenas empresas. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">Fornecedores do equipamento, que custa entre R$ 2,5 mil e R$ 3,6 mil, haviam comunicado à Fiesp que não tinham capacidade para atender todos pedidos dentro do prazo estabelecido. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, que tem em sua base o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, com mais de 1,2 milhão de trabalhadores, confirmou que, com as outras centrais sindicais (CUT, Força Sindical e CGTB), já havia sugerido ao Ministério do Trabalho a prorrogação do prazo de implantação da portaria por 90 dias. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">- Essa portaria é importante para nós, mas questões técnicas impedem a sua implantação pelas empresas - justificou Patah, lembrando que a medida vai beneficiar a categoria de comerciários que trabalham nos finais de semana e feriados e, muitas vezes, não recebem por isso. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">A sugestão de adiamento do prazo, segundo o presidente interino da Força Sindical, Miguel Torres, foi feita várias vezes ao ministro em reuniões com sindicalistas. Para Torres, a medida deve ser rediscutida para que se chegue a um consenso. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 7.5pt 0cm; LINE-HEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ; mso-fareast-font-family:  Times New Roman ; mso-bidi-font-family:  Times New Roman ; mso-fareast-language: PT-BR">O advogado e procurador da Fundação Faculdade de Medicina, que emprega mais de 11 mil funcionários, Arcênio Rodrigues, considera "ilegal" a obrigatoriedade do novo ponto eletrônico e está questionando a medida na Justiça.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif "><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif ">Fonte: O Globo<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY:  Verdana , sans-serif "><A href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/26/governo-atende-empresarios-adia-novo-ponto-eletronico-por-tres-meses-917248676.asp"><SPAN style="COLOR: windowtext">http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/26/governo-atende-empresarios-adia-novo-ponto-eletronico-por-tres-meses-917248676.asp</SPAN></A><o:p></o:p></SPAN></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2483</link><pubDate>30/7/2010</pubDate></item><item><title>Setor têxtil encerra semestre com déficit de US$ 1,5 bi</title><description><![CDATA[ <SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small">&nbsp;<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">A balança comercial do setor têxtil e de confecções encerrou o primeiro semestre deste ano com um déficit de US$ 1,578 bilhão, apontam dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, compilados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). O rombo no saldo comercial é 62,4% maior que o registrado em igual período de 2009, quando o déficit atingiu US$ 971,6 milhões.</SPAN><BR><BR>
<P style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">"A perspectiva é de que o déficit comercial chegue a US$ 3 bilhões em 2010", calcula o presidente da entidade, Aguinaldo Diniz Filho. Se a projeção se confirma, será o maior resultado negativo da balança comercial do setor, que até 2004 apresentava anualmente superávit.</SPAN><BR><BR></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">De janeiro a junho deste ano, as importações somaram US$ 2,252 bilhões, com crescimento de 46,89% em relação ao primeiro semestre do ano passado. As exportações atingiram no primeiro semestre deste ano US$ 674,7 milhões, com acréscimo de 20% na comparação anual. Os dados excluem o comércio exterior de fibras de algodão, cujas exportações são de grande volume e, segundo o presidente da Abit, distorcem a balança comercial do setor.</SPAN><BR><BR></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">"Há um aumento das importações predatórias", afirma Diniz Filho, fazendo referência às compras da China de itens de vestuário. No primeiro semestre de 2009, as compras externas de itens de vestuário de todos os países cresceram 14,77% em valor e as importações desses produtos, vindos apenas da China, aumentaram 18,35%. Só em junho, as importações da China em valor aumentaram 85,17% em relação ao mesmo mês de 2009, enquanto as importações totais cresceram 76,94%.</SPAN><BR><BR></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">Das importações brasileiras de vestuário do primeiro semestre, 63% foram provenientes da China e apresentaram preço médio de US$ 12,65 por quilo, segundo a Abit. O preço do produto chinês é 39% mais baixo do que a média dos preços dos mesmos itens fabricados em outros países. Em contrapartida, as exportações brasileiras de vestuário, no primeiro semestre de 2010, tiveram uma média de preço de US$ 39,44 quilo. </SPAN><BR><BR></P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small"><FONT color=#000000 size=2 face="Arial, Helvetica, sans-serif">
<P style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: smaller"><STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"><EM>FONTE: AGÊNCIA ESTADO</EM></SPAN></STRONG></SPAN><BR></P></FONT></SPAN></SPAN> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2478</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Rodada de Negócios CIESP</title><description><![CDATA[ <DIV align=center>
<TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0>
<TBODY>
<TR>
<TD><IMG border=0 src="http://www.fiesp.com.br/newsletter/rodada-negocios-ciesp/rodada-neg_2508.jpg" width=539 height=736 useMap=#Map2></TD></TR></TBODY></TABLE>&#12288; </DIV>&#12288;&#12288; <MAP name=Map2><AREA href="http://www.ciesp.com.br/rodadas/?secao_id=277&amp;Idioma_id=1" shape=rect target=_blank coords="65, 260, 466, 508"><AREA href="mailto:rodadas@ciesp.org.br?subject=Rodada de Negócios dia 25 de agosto de 2010" shape=rect coords="133, 521, 450, 611"></MAP> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2472</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>ICMS para indústria têxtil cai a 7% em São Paulo</title><description><![CDATA[ <P><TAGHW><FONT size=2 face=Verdana>SÃO PAULO - A indústria têxtil e de vestuário no Estado de São Paulo comemorou a publicação do decreto que reduz de 12% para 7% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) na cadeia têxtil e de confecção. O decreto foi publicado na última sexta-feira e deverá beneficiar cerca de 10 mil empresas, instaladas no estado.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Segundo o presidente do Sindivestuário, Ronald Masijah, hoje 39% das indústrias do setor no Brasil estão em São Paulo, percentual que há cinco anos chegou a 60%. A concorrência com os produtos chineses e os incentivos vindos de outros estados brasileiros foram os motivos que levaram as empresas a deixar o estado. Masijah crê que São Paulo consegue ter mais atratividade que outros estados, mesmo que eles ofereçam ICMS menor. Para o presidente da entidade, a estrutura logística e a mão de obra mais qualificada paulista são uma vantagem para o estado.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Com a nova medida, a entidade projeta que São Paulo deve retomar seu posto de liderança nacional das empresas do setor têxtil e de vestuário. O decreto traz a ampliação do prazo de 6 meses para utilização dos créditos do ICMS e permite que empresas, mesmo que estejam momentaneamente inadimplentes com o governo paulista, utilizem os benefícios para creditarem-se e regularizarem sua situação fiscal.<BR></FONT></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2473</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>A Indústria Mundial e as Posições de China, Brasil e Brics</title><description><![CDATA[ <TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=5 width="90%">
<TBODY>
<TR>
<TD class=texto><DESTAQUE>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>A Carta IEDI de hoje traz alguns indicadores da indústria de transformação mundial, a partir da edição 2010 do <EM>International Yearbook of Industrial Statistics</EM>, publicado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). Apresentados a preços constantes de 2000, esses indicadores permitem a análise comparativa de grupos de países e/ou regiões tanto no que se refere ao desempenho da indústria de transformação como um todo como dos seus principais setores. </FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>Os dados do Anuário revelam que, no período 1995-2009, ocorreu considerável realocação da produção industrial das economias industrializadas para os países em desenvolvimento, que se traduziu no aumento da participação desses últimos no valor adicionado global da indústria de transformação (MVA, na sigla em inglês), que saltou de 19,6% em 1995 para 33,5% em 2009 (28,9% em 2007). Em contraposição, embora ainda responda por 66,5% do MVA mundial, o grupo dos países industrializados perdeu participação ao longo do período.</FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>Esse processo de realocação que se acelerou na década de 2000 foi, contudo, bastante concentrado na Ásia e notadamente na China. Registrando alto crescimento desde 1990, a China consolidou sua posição entre os líderes na produção industrial mundial. O peso da China no MVA mundial saltou de 5,1% em 1995 para 12,1% em 2007 e daí para 15,6% em 2009. Cabe ressaltar que o Anuário não traz informação sobre a participação no MVA mundial para nenhum outro país além da China. Desse modo, não é possível avaliar a posição desse país nem em relação às principais economias industrializadas nem em relação aos demais BRICs. </FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>A China, que assumiu um papel de destaque no panorama da indústria mundial, se diferencia dos demais BRICs pelos avanços consistentes em todos os indicadores. No período 2000-2008, esse país asiático registrou expressivas taxas de crescimento tanto do valor adicionado industrial total como do valor adicionado industrial <EM>per capita</EM> reduzindo o gap frente ao Brasil e Rússia . Igualmente, a China elevou de 32,1 % em 2000 a 35,4% em 2008 a participação do MVA no PIB, com intensidade industrial quase três vezes superior a do Brasil e Índia e quase duas vezes a da Rússia. </FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>Em 2008, a China era o único dos BRICs a se posicionar entre os cinco produtores líderes mundiais em todos os setores de atividade industrial. Ressalte-se que a China ocupa as duas primeiras posições em dezenove dos vinte e dois setores industriais selecionados pela Unido. A pior classificação desse país se dá no setor de edição e impressão, no qual ocupa a quinta posição mundial, com ampla vantagem frente ao Brasil, que ocupava o15º lugar, e demais BRICs, que sequer estão entre os quinze primeiros.</FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>No Brasil, o valor adicionado pela indústria de transformação cresceu, no período 2000-2008, a taxas anuais reais bem inferiores às dos demais BRICs, tanto no que se refere ao valor total (média anual de 3,0% frente 11,5% da China, 7,2% da Índia e 6,0% da Rússia) como ao valor <EM>per capita</EM> (1,7% ao ano ante 10,8% da China, 8,1% da Índia e 6,5% da Rússia). Também nesse mesmo período, ocorreu uma ligeira redução da importância do peso da indústria na economia, com queda na participação do MVA no PIB de 14,9% em 2000 (16,3% em 1995) para 14,4% em 2008. Dentre os vinte e dois setores selecionados da indústria de transformação, o Brasil estava presente, em 2008, entre os quinze maiores produtores mundiais na grande maioria (21), sendo o setor de fumo a única exceção. As melhores classificações do Brasil no <EM>ranking</EM> setorial do MVA mundial em 2008 foram obtidas nos setores de equipamento de transporte (3ª), petróleo refinado e outros combustíveis (6ª), máquinas e equipamentos elétricos (7ª), madeira e seus produtos (7ª). Em contraposição, o Brasil aparece no último lugar entre os quinze produtores-líderes no setor de edição e impressão. </FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>A Índia apresentou expressivas taxas anuais de crescimento no valor adicionado da indústria de transformação, só inferiores a da China. Todavia, esse país não conseguiu reduzir o diferencial que o separa dos demais BRICs, bem como do grupo das economias em desenvolvimento. Em 2008, enquanto o MVA <EM>per capita</EM> médio dos países em desenvolvimento era da ordem de U$ 395, o MVA <EM>per capita</EM> indiano se situava em US$ 97, apenas ligeiramente superior ao da média da África. No que se refere à intensidade industrial, a Índia também registrou recuo na participação do MVA no PIB, que de 14,3% em 2000 declinou para 13,9% em 2008. Presente entre os quinze maiores apenas em dez setores dos vinte e dois pesquisados, a Índia se destaca na comparação com o Brasil pela melhor colocação entre os produtores líderes apenas em quatro setores da indústria de transformação: máquinas e equipamentos elétricos (5ª), metais básicos (5ª), química e produtos químicos (6ª) e têxtil (4ª).</FONT></P>
<P align=left><FONT size=2 face=Verdana>Classificada pela Unido como economia industrializada, a Rússia também registrou taxas reais anuais de crescimento do MVA total e <EM>per capita</EM> bem superiores às registradas pelo Brasil. Não obstante o declínio entre 2000 e 2008, a intensidade da atividade industrial na Rússia permanece acima do patamar verificado no Brasil e na Índia. Na comparação com os demais BRICs, a Rússia aparece em nítida desvantagem no que se refere à presença entre os quinze maiores produtores por participação no valor agregado mundial. Nos vinte e dois setores selecionados da indústria de transformação, a China está presente entre os quinze maiores em todos os setores, o Brasil em vinte e um e a Índia em dez, enquanto a Rússia está presente apenas em oito. Sua melhor classificação foi obtida em 2008 no setor de instrumentos médicos, ótica e precisão (7ª) e metais básicos (7ª). </FONT></P></DESTAQUE>
<P><FONT size=2 face=Verdana><STRONG><EM><BR>Panorama da Indústria Mundial no Período 1995-2009.</EM></STRONG> Os dados do Anuário revelam que, no período 1995-2009, ocorreu considerável realocação da produção industrial das economias industrializadas para os países em desenvolvimento, que se traduziu no aumento da participação desses últimos no valor adicionado global da indústria de transformação (MVA, na sigla em inglês), que saltou de 19,6% em 1995 para 33,5% em 2009 (28,9% em 2007). Em contraposição, embora ainda responda por 66,5% do MVA mundial, o grupo dos países industrializados perdeu participação ao longo do período.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Esse processo de realocação, que se acelerou na década de 2000, foi, contudo, bastante concentrado na Ásia e notadamente na China, que triplicou sua participação no MVA mundial no período 1995-2009. Entre as regiões do mundo em desenvolvimento, a América Latina foi a única a perder terreno, declinando para 6,1% em 2009 (6,5% em 1995 e 6,3% em 2000), enquanto a África permaneceu relativamente marginalizada, com participação ínfima na geração de valor industrial. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Já entre os blocos regionais industrializados, as perdas de participação no MVA global ocorreram na América do Norte (-6,0 p.p), União Europeia (-4,7 p.p) e Leste da Ásia (-3,5 p.p). A participação dos demais países ou se manteve relativamente estável ou subiu ligeiramente, como é o caso da Comunidade de Estados Independentes (+0,3 p.p), que se recuperou da crise financeira dos anos 1990 no início da década de 2000, tornando-se uma das regiões de mais rápido crescimento.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A crise financeira recente, iniciada no segundo semestre de 2007, afetou a produção industrial na maioria dos países industrializados, em particular os da América do Norte. Estimativas da Unido indicam que queda do produto industrial nessa região foi da ordem de 20% entre 2007 e 2009. Em contraste, os efeitos da crise sobre o crescimento econômico dos países em desenvolvimento foram relativamente moderados, o que explica porque a participação desse grupo no MVA mundial continuou a se elevar. Entre as regiões em desenvolvimento, todavia, os impactos da crise global foram bastante heterogêneos, atingindo mais fortemente a America Latina e Ásia (excluído China).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>No que se refere ao crescimento do valor adicionado global da indústria de transformação, o Anuário apresenta as taxas médias anuais reais para países, grupos e regiões em dois períodos: 2000-2005 e 2005-2008. Os dados mostram que o crescimento anual real do MVA mundial declinou de 2,9% entre 2000-2005 para 1,5% no período 2005 e 2008. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Essa desaceleração mascara, todavia, importantes alterações no desempenho relativo das economias industrializadas e em desenvolvimento associadas à realocação da atividade industrial. Enquanto nas economias industrializadas, o MVA desacelerou, passando de variação anual positiva de 1,8% no período 2000-2005 para uma taxa anual negativa de 1,0% no período seguinte, nas economias em desenvolvimento, o MVA se elevou fortemente, com expansão anual de 8,4% entre 2005 e 2008 (6,6% no período 2000-2005). Excluída a China, o MVA das economias em desenvolvimento subiu em ritmo mais moderado, mas mesmo assim mais intenso que o das economias industrializadas. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Registrando alto crescimento desde 1990, a China consolidou sua posição entre os líderes na produção industrial mundial. O peso da China no MVA mundial saltou de 5,1% em 1995 para 12,1% em 2007, atingindo 15,6% em 2009. A despeito de ter se beneficiado da recessão econômica nos países industrializados, o avanço da participação da China no MVA mundial é resultado do seu acelerado crescimento, que superou 10% ao ano no período 2005-2009. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>De acordo com as estimativas, a China respondia em 2009 por quase da metade (46,5%) do produto industrial total do mundo em desenvolvimento ante 31,4% em 2000 (38,7% em 2005). Em contraposição, perderam terreno as novas economias industrializadas (NICs) – classificação da Unido que inclui Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Egito, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, México, Marrocos, Tailândia, Tunísia, Turquia, Taiwan e Uruguai – e os demais em desenvolvimento, enquanto as economias menos desenvolvidas mantiveram sua participação diminuta praticamente inalterada entre 2005 e 2009.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Segundo a Unido, a indústria de transformação continua sendo a principal fonte de crescimento econômico dos países em desenvolvimento. Não obstante o impacto adverso da crise financeira recente, a expansão da produção industrial nos últimos quinze anos foi em média superior ao aumento do PIB. Estimativas recentes indicam que o PIB das economias em desenvolvimento praticamente dobrou entre 1994-2009, enquanto o MVA cresceu 2,25 vezes no mesmo período.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Para o conjunto das economias em desenvolvimento, a contribuição do setor industrial ao PIB, que também expressa a intensidade da atividade industrial, superou a das economias industrializadas entre 1995 e 2008. Além disso, enquanto nessas últimas, a contribuição da indústria para a economia declinou de 17,8% em 2000 para 15,8% em 2008, nas economias em desenvolvimento, a participação da indústria no PIB foi crescente, subindo de 20% em 2000 para 21,4% em 2008. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Em termos de regiões e países individuais, o quadro é bem mais mitigado. Nas regiões industrializadas, o peso da indústria só se elevou no Leste da Ásia, que inclui Cingapura, Coreia do Sul e Japão, declinando nas demais, sobretudo na America do Norte (Canadá e Estados Unidos). Na União Europeia, a importância da indústria aumentou na Alemanha, Áustria, Finlândia e em alguns dos países de economia em transição do Leste da Europa (por exemplo, Eslováquia, Eslovênia, Hungria, Polônia, República Checa).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Entre as regiões em desenvolvimento, a contribuição do setor industrial ao PIB cresceu continuamente, entre 1995 e 2008, apenas na Ásia, com destaque para China, Camboja, Tailândia e Vietnã. Nas demais regiões, houve redução no peso da indústria, maior no caso da Europa em desenvolvimento, grupo que inclui a Turquia e os países dos Bálcãs, do que na América Latina. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana><BR>&nbsp;</FONT></P>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="-Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Notas: * Estimativa.<BR>&#13;&#10;1. A África do Sul, Coreia do Sul, Cingapura, Israel e os países da Comunidade dos Estados Independentes são classificados pela Unido como economias industrializadas." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-01.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>-Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>Notas: * Estimativa.<BR>1. A África do Sul, Coreia do Sul, Cingapura, Israel e os países da Comunidade dos Estados Independentes são classificados pela Unido como economias industrializadas.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Notas: * Estimativa<BR>&#13;&#10;1. Refere-se a: Albânia, Bósnia Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Turquia." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-02.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>Notas: * Estimativa<BR>1. Refere-se a: Albânia, Bósnia Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Turquia.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Notas: * Estimativa<BR>&#13;&#10;1. Na classificação da Unido, as Novas Economias Industrializadas (NICs, na sigla em inglês) incluem: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Egito, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, México, Marrocos, Tailândia, Tunísia, Turquia, Taiwan e Uruguai. Em razão do tamanho de sua economia, a China não é incluída nesse grupo." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-03.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.1, p. 38. Elaboração IEDI.<BR>Notas: * Estimativa<BR>1. Na classificação da Unido, as Novas Economias Industrializadas (NICs, na sigla em inglês) incluem: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Egito, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, México, Marrocos, Tailândia, Tunísia, Turquia, Taiwan e Uruguai. Em razão do tamanho de sua economia, a China não é incluída nesse grupo.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="Fonte: Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.2, p. 39. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Notas: * Estimativa<BR>&#13;&#10;1. Na classificação da Unido, as Novas Economias Industrializadas (NICs, na sigla em inglês) incluem: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Egito, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, México, Marrocos, Tailândia, Tunísia, Turquia, Taiwan e Uruguai. Em razão do tamanho de sua economia, a China não é incluída nesse grupo." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-04.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.2, p. 39. Elaboração IEDI.<BR>Notas: * Estimativa<BR>1. Na classificação da Unido, as Novas Economias Industrializadas (NICs, na sigla em inglês) incluem: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Egito, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, México, Marrocos, Tailândia, Tunísia, Turquia, Taiwan e Uruguai. Em razão do tamanho de sua economia, a China não é incluída nesse grupo.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.3, pg. 41-46. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Notas: * Estimativa.<BR>&#13;&#10;1. A África do Sul, Coreia do Sul, Cingapura, Israel e os países da Comunidade dos Estados Independentes são classificados pela Unido como economias industrializadas." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-05.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.3, pg. 41-46. Elaboração IEDI.<BR>Notas: * Estimativa.<BR>1. A África do Sul, Coreia do Sul, Cingapura, Israel e os países da Comunidade dos Estados Independentes são classificados pela Unido como economias industrializadas.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-06.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-07.gif"></FONT></TD></TR>
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<P><FONT size=2 face=Verdana><STRONG><EM>Produção Industrial per Capita no Período 2000-2008.</EM></STRONG> Na comparação entre regiões geográficas e entre países individuais, o valor agregado industrial <EM>per capita</EM> é um indicador do nível da atividade doméstica e, em sentido mais amplo, do nível de desenvolvimento industrial de uma economia. Sob esse aspecto, a análise da evolução da produção industrial <EM>per capita</EM> no período 2000-2008 revela um quadro geral de notória desigualdade entre as regiões mais ricas e mais pobres do mundo. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A atividade industrial nas economias industrializadas está em um patamar nove vezes mais alto do que as economias em desenvolvimento. Entre as regiões em desenvolvimento, os diferenciais são igualmente amplos. Não obstante o forte crescimento do MVA por habitante na Ásia, o nível de valor agregado <EM>per capita</EM> dessa região correspondia apenas à metade do que prevalece na Europa e na América Latina em 2008.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Diferenças marcantes também emergem da comparação entre os países, tomados individualmente. No <EM>ranking</EM> de 209 países e territórios em termos do MVA <EM>per capita</EM>, há um espantoso fosso entre os países ricos e pobres. Em 2008, o MVA <EM>per capita</EM> da Japão, que ocupava a posição-líder, era mais de mil e duzentas vezes maior do que o das economias menos desenvolvidas (Somália, Togo, Serra Leoa e República Congo) que estavam nas últimas posições do <EM>ranking</EM>, com MVA <EM>per capita</EM> inferior a US$ 7,0 em 2008 (em valores constantes de 2000). Nesse <EM>ranking</EM>, os países em desenvolvimento melhor classificadas eram Taiwan (10ª posição) e Emirados Árabes (18ª). Já o Brasil ocupava a 64ª. </FONT></P>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-08.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-09.gif"></FONT></TD></TR>
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<P><FONT size=2 face=Verdana><STRONG><EM>Desempenho por Setor de Atividade.</EM></STRONG> O Anuário traz igualmente dados sobre o valor adicionado por setores da indústria de transformação, bem como um <EM>ranking</EM> dos quinze maiores produtores por participação no valor agregado mundial em cada um desses setores. São apresentadas informações para vinte e dois setores da indústria de transformação, de acordo com a classificação a dois dígitos da revisão 3 do Padrão Internacional de Classificação Industrial (ISIC, na sigla em inglês). O setor de reciclagem (código 37 da ISIC- rev3) foi excluído pela Unido, em razão das limitações dos dados. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Esses dados com corte setorial desvelam detalhes das importantes mudanças estruturais da indústria mundial no período 2000-2008, na medida em que permite identificar em quais setores da indústria a realocação de atividades das economias industrializadas para àquelas em desenvolvimento foi mais acentuada. Embora o grupo dos países industrializados responda pela maior participação no MVA mundial em dezesseis dos vinte e dois setores, esse grupo perdeu participação em todos eles, com destaque para máquinas e equipamentos elétricos (-21,2 pontos percentuais), produtos de minerais não-metálicos (-16,8%), outros equipamentos de transporte (-15,6%), borrachas e plásticos (-14,2%), química e produtos químicos (-13,1%), papel e celulose (12,2%). Igualmente, o grupo industrializado perdeu a liderança para o grupo das economias em desenvolvimento em cinco setores entre 2000 e 2008: metais básicos, petróleo e outros combustíveis, couro e calçados, têxtil, vestuário, todos de media-baixa e baixa tecnologia. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Entre as economias em desenvolvimento, o grupo dos outros países em desenvolvimento, que inclui a China, responde pela totalidade dos ganhos de participação no período 2000-2008. Já o grupo dos NICs, que inclui o Brasil, registrou perda em dez dos vinte e dois setores, com destaque para têxtil (-4,7%), produtos de fumo (4,6 p. p), couros e calçados (-4,3%) e metais básicos (1,6%). </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>No que se refere à presença no <EM>ranking</EM> dos quinze maiores produtores por participação no valor agregado mundial em cada um dos setores da indústria, é possível constatar o notável avanço da China. Em 2008, a China era o único em desenvolvimento com presença entre os quinze maiores em todos os vinte e dois setores pesquisados pela Unido. Também é o único a se posicionar entre os três produtores líderes mundiais na larga maioria dos setores de atividade industrial. A única exceção se dá no setor de edição e impressão, no qual ocupa a 5ª posição. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Na comparação com 2000, esse país melhorou de posição em vinte setores, deslocando líderes como Estados Unidos, Japão, Alemanha e Itália. Nos setores de média-alta e alta tecnologia, a China consolidou sua presença entre os produtores líderes, elevando sua participação no MVA mundial em vários setores, com destaque para máquinas e equipamentos elétricos (27,8% do MVA mundial em 2008 ante 8,0% em 2000), química e produtos químicos (21,1% em 2008 e 8,2% em 2000), outros equipamentos de transporte (13,6% ante 4,6%) e instrumentos médicos, de ótica e precisão (11% em 2008 frente a 3,4% em 2000). Nos setores de média-baixa e baixa tecnologia, a China aparece como líder absoluto, com a maior participação no MVA mundial desses setores, bem distante do segundo colocado no <EM>ranking</EM> dos quinze maiores, com destaque para produtos do fumo (52,9% do MVA mundial), calçados e couro (43,2%), têxtil (43,2%), metais básicos (41,6%) e vestuário (38,7%).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>No que se refere à participação no MVA das economias em desenvolvimento, a China ocupa o primeiro lugar em todos os vinte e dois setores da indústria de transformação incluídos no Anuário. Em todos, houve considerável aumento da participação chinesa no MVA total do mundo em desenvolvimento entre 2000 e 2008. Em sete dos oito setores de média-alta e alta tecnologia, a China responde por mais de 50% do MVA, com destaque para máquinas e equipamentos elétricos, setor no qual a participação chinesa atingiu 70% em 2008. Nos setores de média-baixa e baixa tecnologia, a China detém as maiores participações em metais básicos (70,6%), produtos do fumo (69,6%), têxtil (62%).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>O Brasil estava presente entre os 15 maiores produtores mundiais na grande maioria (21) dos setores industriais em 2008. A única exceção é o setor de produto de fumo, no qual o país ocupava a 11ª posição em 2000, com participação de 1,5% do MVA mundial desse setor. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>No período 2000 e 2008, o Brasil registrou alguns avanços em particular em setores de média alta e alta tecnologia, com destaque para outros equipamentos de transporte, que inclui a indústria aeronáutica, com elevação da participação no MVA mundial desse setor de 5,9% (4ª posição) para 11,9% (3ª posição) no período, e máquinas e equipamentos elétricos, no qual alcançou a 6ª em 2008 (10ª em 2000), não obstante a participação diminuta, apenas 1,7% no MVA mundial. Em contraste, o Brasil ficou estagnado ou perdeu posição em setores de média-baixa e baixa tecnologia, como produtos de minerais não-metálicos, papel e celulose, e já mencionado setor de produtos do fumo. </FONT></P>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-10.gif"></FONT></TD></TR>
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<P><FONT size=2 face=Verdana><STRONG><EM>Desempenho Industrial de Brasil e os demais BRICs.</EM></STRONG> A comparação dos países do grupo dos BRICS em termos dos indicadores de desempenho industrial, divulgados pela UNIDO, evidencia diferenças expressivas nas trajetórias de desenvolvimento industrial.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A China, que assumiu um papel de destaque no panorama da indústria mundial, se diferencia dos demais BRICs pelos avanços consistentes em todos os indicadores. No período 2000-2008, esse país asiático registrou expressivas taxas de crescimento tanto do valor adicionado industrial total como do valor adicionado industrial <EM>per capita</EM> reduzindo o <EM>gap</EM> frente ao Brasil e Rússia. Igualmente, a China elevou de 32,1 % em 2000 a 35,4% em 2008 a participação do MVA no PIB, com intensidade industrial quase três vezes superior a do Brasil e Índia e quase duas vezes a da Rússia. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Em 2008, a China era o único dos BRICs a posicionar entre os cinco produtores líderes mundiais em todos os setores de atividade industrial. Ressalte-se que a China ocupa as duas primeiras posições em dezenove dos vinte e dois setores selecionados pela Unido. A pior classificação desse país se dá no setor de edição e impressão, no qual ocupa a quinta posição mundial, com ampla vantagem frente ao Brasil, que ocupava o15º lugar, e demais BRICs, que sequer estão entre os quinze primeiros.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>No Brasil, o valor adicionado pela indústria de transformação cresceu, no período 2000-2008, a taxas anuais reais bem inferiores a dos demais BRICs, tanto no que se refere ao valor total (3,0% ao ano frente 11,5% da China, 7,2% da Índia e 6,0% da Rússia) como ao valor <EM>per capita</EM> (1,7% ao ano ante 10,8% da China, 8,1% da Índia e 6,5% da Rússia). Também nesse mesmo período, ocorreu no país uma ligeira redução da importância do peso da indústria na economia, com queda na participação do MVA no PIB de 14,9% em 2000 (16,3% em 1995) para 14,4% em 2008. Dentre os vinte e dois setores selecionados da indústria de transformação, o Brasil estava presente, em 2008, entre os quinze maiores produtores mundiais na grande maioria (21), sendo o setor de fumo a única exceção. As melhores classificações do Brasil no <EM>ranking</EM> setorial do MVA mundial em 2008 foram obtidas nos setores de equipamento de transporte (3ª), petróleo refinado e outros combustíveis (6ª), máquinas e equipamentos elétricos (7ª), madeira e seus produtos (7ª). Em contraposição, o Brasil aparece no último lugar entre os quinze produtores-líderes no setor de edição e impressão. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A Índia apresentou expressivas taxas anuais de crescimento no valor adicionado da indústria de transformação – só inferiores a da China. Todavia, esse país não conseguiu reduzir o diferencial que o separa dos demais BRICs, bem como do grupo das economias em desenvolvimento. Em 2008, enquanto o MVA <EM>per capita</EM> médio dos países em desenvolvimento era da ordem de U$ 395, o MVA <EM>per capita</EM> indiano se situava em US$ 97, apenas ligeiramente superior ao da média da África. No que se refere à intensidade industrial, a Índia também registrou recuo na participação do MVA no PIB, que de 14,3% em 2000 declinou para 13,9% em 2008. Presente entre os quinze maiores apenas em dez setores dos vinte e dois pesquisados, a Índia se destaca na comparação com o Brasil pela melhor colocação entre os produtores líderes apenas em quatro setores da indústria de transformação: máquinas e equipamentos elétricos (5ª), metais básicos (5ª), química e produtos químicos (6ª) e têxtil (4ª).</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Classificada pela Unido como economia industrializada, a Rússia também registrou taxas reais anuais de crescimento do MVA total e <EM>per capita</EM> bem superiores às registradas pelo Brasil. Não obstante declínio entre 2000 e 2008, a intensidade da atividade industrial na Rússia permanece acima do patamar verificado no Brasil e na Índia. Na comparação com os demais BRICs, a Rússia aparece em nítida desvantagem no que se refere à presença entre os quinze maiores produtores por participação no valor agregado mundial. Nos vinte e dois setores selecionados da indústria de transformação, a China está presente entre os quinze maiores em todos os setores, o Brasil em vinte e um e a Índia em dez, enquanto a Rússia está presente apenas em oito. Sua melhor classificação foi obtida em 2008 no setor de instrumentos médicos, ótica e precisão (7ª) e metais básicos (7ª). </FONT></P>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.4, p. 47-48. Elaboração IEDI.<BR>&#13;&#10;Nota: * Estimativa." src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-13.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana>Fonte: UNIDO (2010), Tabela 1.4, p. 47-48. Elaboração IEDI.<BR>Nota: * Estimativa.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>&nbsp; 
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-14.gif"></FONT></TD></TR>
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<TD align=middle><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.iedi.org.br/media/20100723-15.gif"></FONT></TD></TR>
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<P><FONT color=#000000 size=2 face=Verdana><B>Publicada em: 23/07/2010</B></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2474</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Reunião das Diretorias do Depar Fiesp</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>O Sindivestuário participou no dia de hoje de reunião das Diretorias do Depar Fiesp, onde pode assistir palestra do Diretor do Depto de Pesquisas e Estudos Econômicos da casa, Dr.Paulo Francini, que deu uma visão da indústria, na forma de a onde estamos e para onde iremos. Platéia com mais de uma centena de empresários e sindicalistas que puderm discutir o ruma da industria na economia do país.</FONT></P>
<P align=center><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/2907a.jpg" alignment=""></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2475</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Inscrições abertas para o curso Moda Sustentável</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>Aulas serão na Escola São Paulo, na capital paulista, com Chiara Gadaleta, em setembro</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Estão abertas as inscrições para o curso <EM>Moda Sustentável: agregando estilo à sustentabilidade</EM>, com Chiara Gadaleta Klajmic, na </FONT><A href="http://www.escolasaopaulo.org" target=_blank><FONT color=#6d0067 size=2 face=Verdana>Escola São Paulo</FONT></A><FONT size=2 face=Verdana>. As aulas começam no dia 21 de setembro, às terças e quintas, das 10h às 13h, até 30 de setembro. São quatro encontros, de três horas cada.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>O curso tem como objetivo discutir sobre o mercado de moda atual e de como ele se relaciona com o desenvolvimento sustentável. Serão abordadas questões como renovação de tecidos, relações humanas, <EM>made in China</EM>, <EM>fast fashion</EM>, entre outras. O curso é voltado para estudantes, profissionais e interessados em: moda (criação e indústria têxtil), sustentabilidade, marketing e comunicação. O investimento é de R$ 760, em até duas parcelas. Mais informações e reservas: (11) 3060-3636.<BR><BR>Chiara Gadaleta Klajmic é stylist e consultora de moda. Começou a carreira como modelo. Formou-se no Studio Berçot em Paris, onde posteriormente foi professora. Dedica-se à carreira de estilista e criou a marca de bijuterias e roupas Tarântula. Também desenvolve projetos de moda e sustentabilidade.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte:Ig</FONT></P>
<P><A href="http://moda.ig.com.br/dicasdemoda/inscricoes+abertas+para+o+curso+moda+sustentavel/n1237731075284.html"><FONT size=2 face=Verdana>http://moda.ig.com.br/dicasdemoda/inscricoes+abertas+para+o+curso+moda+sustentavel/n1237731075284.html</FONT></A></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2477</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Roupas de Fiuk chegam às lojas em agosto</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>Que o cantor, ator e galã global Fiuk lançaria uma coleção de roupas inspirada no estilo de seu personagem da <I>Malhação</I>, Bernardo, todos já sabiam. O inédito é que as peças, até então sem previsão, chegam às lojas em agosto. Batizada de N.G.C.H. for Fiuk , a parceria do cantor com a Naguchi, marca catarinense de moda jovem, vem super colorida. </FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG style="WIDTH: 506px; HEIGHT: 367px" border=0 alt="" src="../../Upload_folder/fiuk.jpg" width=547 height=400 alignment=""></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fiuk ataca também no mundo da moda</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>E como o garoto é esperto ele apostou nos looks das bandinhas nacionais que a moçada adora, como Restart, Cine e da própria banda na qual é vocalista, Hori, para desenvolver calças azuis e verdes vibrantes, além das camisetas. Apesar da coleção ser voltada ao público masculino, as fotos de divulgação sugerem adaptações ao guarda-roupa feminino. Basta dobrar as barras e sair fazendo o estilo a la boyfriend.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte:Terra</FONT></P>
<P><A href="http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588997-EI1119,00-Roupas+de+Fiuk+chegam+as+lojas+em+agosto.html"><FONT size=2 face=Verdana>http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588997-EI1119,00-Roupas+de+Fiuk+chegam+as+lojas+em+agosto.html</FONT></A></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2479</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Fernanda Lima lança linha de roupas em parceria com marca</title><description><![CDATA[ <DIV class="page fontsize p1 printing">
<DL class=author>
<DT><FONT size=2 face=Verdana>Thalita Peres </FONT></DT></DL></DIV>
<DIV id=SearchKey_Text1 class="page fontsize p1 printing">
<P><FONT size=2 face=Verdana>A apresentadora, atriz e modelo Fernanda Lima acabou de colocar mais uma profissão em seu currículo: estilista. A loura lançou sua linha de roupas em parceria com a marca Cantão para o verão 2011. </FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/fernanda%20lima.bmp" alignment=""></FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fernanda Lima lançou sua primeira coleção de roupas<BR></FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A gaúcha é exclusiva da marca nacional há algumas temporadas, participando dos desfiles e das campanhas. A coleção assinada por ela vem com bastante peças coloridas, jeans e estampas xadrez. </FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fernanda Lima é casada com o ator global Rodrigo Hilbert e tem dois filhos gêmeos, João e Franciso. Ela é a apresentadora do programa global <I>Amor &amp; Sexo</I> que ganhou uma segunda temporada na emissora</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte:Terra</FONT></P>
<P><A href="http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4590995-EI1119,00-Fernanda+Lima+lanca+linha+de+roupas+em+parceria+com+marca.html#tarticle"><FONT size=2 face=Verdana>http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4590995-EI1119,00-Fernanda+Lima+lanca+linha+de+roupas+em+parceria+com+marca.html#tarticle</FONT></A></P></DIV> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2480</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Conheça a Meca da elegância masculina, em Londres</title><description><![CDATA[ <P><FONT size=2 face=Verdana>Savile Row é a melhor rua para comprar ternos na capital inglesa</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Há muitos lugares no mundo onde um homem pode comprar um excelente terno. Mas nenhuma dessas lojas e galerias supera a tradição e o charme de uma pequena rua no coração de Londres. Localizada no bairro de Mayfair, Savile Row começou a ser construída entre 1731 e 1735. Mas foi no século 18 que o dândi Beau Brummell, famoso por contribuir para a evolução da moda masculina naquele período, começou a instigar no inglês a paixão pela alfaiataria feita nessa rua.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Graças a ele e muitos outros clientes famosos, o local se tornou uma espécie de destino de alta-costura para homens, a Meca dos adeptos da elegância discreta e da alfaiataria “bespoke”. Basicamente, seria o nosso muito conhecido “feito sob medida”, embora vá mais longe. No “feito sob medida” tradicional, o terno é construído a partir de um molde padrão, que é ajustado de acordo com as medidas do cliente. <BR><BR>Já na alfaiataria “bespoke”, a modelagem é feita nas medidas exatas do cliente, de acordo com seus gostos. Aliás, a origem de “bespoke” está no ato de “speak”, ou falar qual o tecido escolhido (caxemira, linho irlandês...) para tornar-se, em mãos mágicas, colete, calça e paletó. É uma roupa única, que pode demorar até cinco meses para ficar pronta. “Desconfie de qualquer firma que prometa fazer um terno em 24 horas ou menos. O tempo total que se gasta para fazer um genuíno terno sob medida ou  bespoke  é de 40 horas”, afirma o escritor Bernhard Roetzel no livro <EM>Gentleman, a Timeless Fashion</EM>.<BR><BR>Ele ainda conta que há pelo menos uma semana de espera entre tirar as medidas e fazer a primeira prova. “Depois, geralmente leva-se mais seis ou oito semanas pro terno ficar pronto. Isso se você não optar por uma firma grande e popular, em que esse tempo pode se estender por meses”, explica Roetzel.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="../../Upload_folder/savile.bmp" alignment=""></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Savile Row</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Savile Row viveu se auge nos anos 1960, com centenas de alfaiates trabalhando nesse “caminho dourado”, como se falava, na época. Mas, já nos anos 1980, apenas 50 empresas existiam. A crise veio de uma série de fatores: além da concorrência com outros centros de luxo e até com lojas de departamentos, os alfaiates tiveram de enfrentar a especulação imobiliária, que transformou a região numa das mais caras de Londres e do mundo. A solução? Unir forças. A J. Dege &amp; Sons, no número 10 da rua, por exemplo, acomoda várias alfaiatarias: algumas das mais tradicionais e antigas do que ela, como a Wilkson &amp; Sons, fundada em 1662; Rogers &amp; Co, fundada em 1774 e John Jones, fundada em 1774. <BR><BR>Se você ficou interessado em conhecer de perto essa rua ou até comprar um dos melhores ternos do mundo,<STRONG> iG Moda</STRONG> recomenda três lojas para você visitar quando for a Londres:</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/anderson.bmp" alignment=""></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Anderson &amp; Sheppard</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana><FONT size=2><STRONG>Anderson &amp; Sheppard</STRONG><BR>Fundada em 1906, a empresa tem entre seus clientes o príncipe Charles, cujos paletós de abotoamento duplo são, na maioria, de lá. Mas não é só a realeza que usa seus serviços. Alexander McQueen estudou nas oficinas de alfaiataria no andar inferior da loja. Rudolph Valentino, Cary Grant e Fred Astaire foram alguns dos atores famosos que frequentavam a loja. Isso sem falar no povo da moda, como a modelo Kate Moss e o estilista Tom Ford.<BR></FONT></FONT><A href="http://www.anderson-sheppard.co.uk/" target=_blank><FONT color=#6d0067 size=2 face=Verdana>http://www.anderson-sheppard.co.uk/</FONT></A><BR><FONT size=2 face=Verdana>32 Old Burlington Street</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/pooler.bmp" alignment=""></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Henry Pooler &amp; Co</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana><FONT size=2><STRONG>Henry Pooler &amp; Co<BR></STRONG>No começo do século XIX, essa alfaiataria fundada em 1806 empregava 300 alfaiates e era a maior empresa do ramo em todo o mundo. Apesar de muitos clientes da elite, a loja hoje tem um ambiente menos, digamos, aristocrático que os de outras alfaiatarias da região. Entre os clientes famosos, já figuraram nomes como o Imperador Napoleão III, a Rainha Victoria, o escritor Charles Dickens e o primeiro-ministro inglês Winston Churchill. <BR></FONT></FONT><A href="http://www.henrypoole.com/ " target=_blank><FONT color=#6d0067 size=2 face=Verdana>http://www.henrypoole.com/ </FONT></A><BR><FONT size=2 face=Verdana>15 Savile Row</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="http://www.sindicatosp.com.br/Upload_folder/huntsman.bmp" alignment=""></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>H. Huntsman &amp; Sons</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana><FONT size=2><STRONG>H. Huntsman &amp; Sons<BR></STRONG>A alfaiataria foi fundada em Bond Street em 1849, mas mudou para Savile Row em 1919. É uma das poucas a ter o selo real, título adquirido em 1865. Os ternos da Huntsman são conhecidos por uma silhueta baseada em casacos de equitação, mais ajustados e com ombros bem marcados. Também tem a reputação de ter o preço inicial mais caro por uma roupa de duas peças na região: 4,5 mil libras ou R$ 14 mil.<BR></FONT></FONT><A href="http://www.h-huntsman.com/" target=_blank><FONT color=#6d0067 size=2 face=Verdana>http://www.h-huntsman.com/</FONT></A><BR><FONT size=2 face=Verdana>11 Savile Row</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte:Ig</FONT></P>
<P><A href="http://moda.ig.com.br/modanomundo/conheca+a+meca+da+elegancia+masculina+em+londres/n1237729716075.html"><FONT size=2 face=Verdana>http://moda.ig.com.br/modanomundo/conheca+a+meca+da+elegancia+masculina+em+londres/n1237729716075.html</FONT></A></P> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2481</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item><item><title>Mundo da moda rende-se às peles falsas</title><description><![CDATA[ <DIV class="page fontsize p1 printing">
<DL class=author>
<DT><FONT size=2 face=Verdana>Thalita Peres </FONT></DT></DL></DIV>
<DIV id=SearchKey_Text1 class="page fontsize p1 printing">
<P><FONT size=2 face=Verdana>Depois de anos de brigas entre ativistas de projetos em prol da vida animal e estilistas, parece que a moda deu uma trégua no sofrimento dos bichos e elegeu a pele fantasia como uma das tendências para o inverno. </FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A toda-poderosa maison Chanel, de Karl Lagerfeld, mostrou em seu último desfile casacos de tweeds feitos com pelúcia. Para quem achava charmosa e glamourosa peças com aplicações peludas, mas não tinha coragem de sair por aí vestindo uma carcaça de animal, pode aderir à tendência com o material sem dor na consciência. </FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana><IMG border=0 alt="" src="../../Upload_folder/olivia palermo.jpg" alignment=""></FONT>
<P><FONT size=2 face=Verdana>A socialite Olivia Palermo é fã das peles<BR></FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Marcas nacionais como Animale, Maria Bonita, João Pimenta, Huis Clos e Reinaldo Lourenço, e até mesmo em lojas de departamentos como C&amp;A, Renner e Zara são possíveis encontrar modelos com inúmeras aplicações de pelos - falsos, óbvio - nas peças. </FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Segundo a organização Pea (Projeto Esperança Animal), alguns bichos ficam confinados em minúsculas gaiolas em condições deploráveis para que os homens possam tirar suas peles. Para extrair, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenados, afogados ou estrangulados. Muitos, inclusive, são esfolados ainda vivos.</FONT></P>
<P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2 face=Verdana>Fonte:Terra</FONT></P>
<P><A href="http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588912-EI1119,00-Mundo+da+moda+rendese+as+peles+falsas.html#tphotos"><FONT size=2 face=Verdana>http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4588912-EI1119,00-Mundo+da+moda+rendese+as+peles+falsas.html#tphotos</FONT></A></P></DIV> ]]></description><link>http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2482</link><pubDate>29/7/2010</pubDate></item></channel></rss>